Homossexualidade

  • 21jun
    Diversidade GLS, Eventos LGBT, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

     

    Em cada uma de suas obras, os artistas procuram demonstrar como a arte é essencial ao ser humano e como ela pode aproximar as pessoas ao mesmo tempo em que traz uma reflexão sobre a relação sexual e afetiva entre pessoas do mesmo sexo.

    Obras de Daniel Pereira, Dora Alice Belluzza Veira, Maria Inês de Angellis, Maria Regina Peralta, Maria Rita de Souza, Marina Zanirato, Osvaldo Nascimento, Regina Paixão, Sol Vilas Boas, Terezinha A. Damante e Vera Clavijo.

    Serviço:

    Casa das Rosas
    De 18 a 27 de Junho de 2011
    Av. Paulista, 37
    (11) 3285-6986
    wwww.casadasrosas-sp.org.br


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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  • 05jun

    A Casa do Advogado (OAB Santo André) convida para a “Noite de autógrafos com obras exclusivas sobre Direito Homoafetivo” nesta quarta-feira, dia 08 de Junho, as 19h.

    Autores convidados: Anita Costa Prado, Fabricio Viana, Irineu Ramos, José Luiz Ragazzi, Luana Maniero Moreira, Luciana Pereira, Manoela Alcântara, Marli Porto, Paulo Roberto Iotti Vecchiatti, Priscila Agapito e Viviani Girardi.

    Data / Horário
    08 de junho (quarta-feira) – 19 horas

    Local
    Casa do Advogado de Santo André
    Av. Portugal, 233 – Centro

    Inscrições / Informações
    Fone: (11) 4992-7933 – E-mail: secretaria.stoandre@oabsp.org.br
    Site: www.oabsa.org.br

    LIVRARIA CAASP SANTO ANDRÉ
    Fone: (11) 4990-2254 – e-mail: santoandre@caasp.org.br

    Promoção
    38ª Subseção – Santo André
    Presidente Dr. Fabio Picarelli

    Coordenação
    Comissão dos Estudos dos Direitos da Diversidade Sexual e Homoafetividade
    Dra. Eliane Ferreira de Laurentis
    Dr. Clovis Hernandes

    Apoio
    Livraria CAASP Santo André
    Livraria do Fórum
    Editora GLS


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  • 28fev
    Gay - Homossexualidade Masculina - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Hoje de manhã (exatamente as 4:45, quando acordei para trabalhar), fui atualizar rapidamente meu perfil do Facebook e vi que entre os livros que eu gostava não tinha a foto do “O Armário” (meu livro). Comecei a fuçar e descobri que eu tinha que criar uma “página” e convidar amigos para “curtir“. Não sei qual a utilidade disso mas, depois que vi o filme “A rede social” sobre a história do Facebook fiquei literalmente apaixonado por esta rede social. Parece que ela une twitter, blog, comentários de amigos, fotos, eventos, tudo em um lugar só. Tanto que – aparentemente – todos os outros ficaram em segundo plano na minha vida. Enfim, vai entender.

    Quem puder entrar la e dar uma força, o link da página pra “curtir” é:
    http://www.facebook.com/pages/O-Arm%C3%A1rio/113806998697263

    De resto é isso. Hoje volto a trabalhar, a ir para academia e pegar firme na pós-graduação (já cheia de trabalhos para entregar). Vou passar, no mínimo, umas 19 horas fora de casa. Correria total e, de certo modo, longe da Internet e dos meus super amigos. Mas.. tudo tem um preço…

    Boa semana a todos! :-)


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  • 16fev

    Não sei quantas vezes falei sobre isso publicamente mas aqui estou eu de novo. É uma dúvida recorrente. Sempre chegam e-mails com as mesmas dúvidas então, vamos lá: Gays podem ficar com mulheres? Claro que podem! Assim como heterossexuais podem, também, ficar com pessoas do mesmo sexo. Precisamos entender que a sexualidade humana não é uma caixa fechada e rígida. E que segundo vários estudos, incluindo a Escala Kinsey (figura acima), produzida por Alfred Kinsey (quem puder assista o filme sobre sua vida chamado Falando sobre Sexo) fala justamente disso. Segundo ela, apenas alguns indivíduos são EXCLUSIVAMENTE heterossexuais ou homossexuais (e permanecem assim por toda uma vida). E que entre uma polaridade e outra existem as variações. Tem homossexuais que já transaram em algum momento de sua vida com pessoas do sexo oposto. Assim como heterossexuais que transaram em algum momento de sua vida com o mesmo sexo. Tem outros que o fazem com mais frequência. A teoria é longa e interessantíssima. Ainda mais se contarmos com a identidade sexual, que é como você se apresenta publicamente (e que não necessariamente diz – realmente – quais são suas preferências sexuais). Por isso tem muito bissexual, por exemplo, com identidade sexual de heterossexual, mas que transa com os dois sexos. Assim como eu conheço gays que tem identidade sexual de gay mas também transa com os dois sexos.

    Pode ser muita informação para algumas pessoas em tão poucas linhas. Mas, só para terem ideia de que tudo na sexualidade humana é possível. E não é porque você é gay que você não poderá transar com sua amiga mulher. E não é porque você é heterossexual que você não poderá transar com seu amigo ou amiga do mesmo sexo. Se acontecer, porque não? Sexo é bom e como já vem dizendo Wilhelm Reich desde a década de 50 (quem puder leia seu livro A função do Orgasmo) sexo é saudável. Segundo ele, um bom orgasmo, intenso e significativo, promove um relaxamento corporal de vários dias, promovendo a saúde psíquica e mental dos envolvidos. Sejam eles homens ou mulheres. Seja com heteros, homossexuais ou bissexuais.

    Então parem de ser “tão encanados” e comecem a curtir mais a vida. Sem medo, sem culpas mas com responsabilidade (camisinha sempre). O resto… é resto… ;-)


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  • 10dez
    Mitos da Homossexualidade, Movimento Homossexual, Vida Homossexual, Vídeos GLS & LGBT - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    “Amigos ouvintes, hoje eu falo para os canalhas, esses canalhas skinheads que estão atacando os homossexuais indefesos na Avenida Paulista, nas madrugadas violentas de são Paulo.Ouçam: vocês são uns covardes, vagabundos, vocês uns boçais que atacam nos homossexuais a miséria sexual que vocês têm dentro. Solitários, desamados por homens e mulheres, vocês tem ódio da liberdade dos gays, da coragem que tiveram de assumir sua identidade sexual. Vocês tem inveja deles porque não tem identidade alguma. Eles são muito mais corajosos que vocês que vivem trancados no medo e no ódio. Vocês invejam nos gays a sensibilidade que desenvolveram como minorias, sensibilidade que vocês nem atingem.Se vocês morassem no Irã seriam pelo apedrejamento da Sakineh. vão para lá! Vão para o Irã! O colega de vocês, aquela boneca reprimida, Armadinejad, disse que lá não há homossexuais.Ou então porque que vocês não vão atacar lá no Rio de Janeiro, na praia gay em Ipanema?Há um tempo atrás, um bando de pit boys resolveu bater naquelas bonecas malhadas fortíssimas de bigode. Eles souberam, ergueram a bandeira colorida e esperaram. Pra que? Deram tanta porrada nos playboys que eles acabaram chorando sentados no meio fio, eh… Viraram pit lulus.É isso tenho saudades de Madame Satã, aquela grande bonecona guerreira, que chamava para o pau uma patrulha inteira da polícia especial e depois ia cantar num cabaré da lapa: Cadê Mimi cadê Mimi! Eh, é isso ai.” (Arnaldo Jabor)


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  • 08dez
    Livros GLS, Pensamentos - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Não sei, nunca postei os livros que estou lendo ou que gostaria de ler. Uma vez, quando jovem, pensei em listar nomes em um caderno para que, depois de anos, desse uma olhada em quantos livros eu já tinha lido. Pura bobagem. O que importa é o que você aprende com eles, não a quantidade que você leu. Posso ler muitos e não aprender nada. Mas enfim, fato é que, alguns são realmente fundamentais. Esse ai, chamado “A Cama na Varanda“, da Regina Navarro, faz parte daqueles que eu RECOMENDO e muito para todas as pessoas interessadas em Sexo e Relacionamentos (meu caso). Tanto que, entre vários títulos que irá para a “bibliografia” do meu próximo livro, este é um deles. Ja li e estou relendo. Assim como “O Mito da Monogamia” de David Barash e Judith Eve Lipton, “Amor e Sexo” e também o “Uma história de Amor com Final Feliz” ambos de Flávio Gikovate. Entre outros.


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  • 27nov

    Com muita tristeza eu, e todos que a conheciam, recebeu a noticia triste de seu falecimento. Claudia Wonder, ícone da militância lgbt e do meio artístico, faleceu ontem com 55 anos de idade. Seus trabalhos e sua história é algo que realmente deixará saudade. Eu, francamente, nunca havia ido a um velório e, conforme me aproximava dela, sentia algo estranho. Como pode alguém tão cheio de vida, tão iluminada, ali, na sua frente, fria, imóvel… sem vida. Muito triste. Muito triste mesmo. Espero que sua memória fique viva para sempre em nossos corações. Coloquei alguns de nossos momentos (não tive tempo para procurar mais fotos) abaixo em forma de homenagem por seu rico trabalho… 

    Direitos de Resposta: Chamei a Claudia Wonder e a Maitê Schneider para gravar um programa na RedeTV… as duas falaram muito bem…

    Participação da Claudia Wonder no documentário premiado que produzi sobre os 10 anos da Parada Gay em São Paulo… para baixar o DVD completo gratuitamente, entre aqui: fabricioviana.com/nossoorgulho


    Frase da Claudia Wonder no meu livro www.OARMARIO.com (desde a 2ª edição)… foi uma das frases escolhidas do meu site (tem outras aqui oarmario.com/fabricioviana.php

    Wonder, descanse em paz…

    :-(


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  • 16nov
    Gay - Homossexualidade Masculina, Homofobia, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Jonathan lauton Domingues, 19 anos e mais quatro menores entre 16 e 17 anos foram presos na Av. Paulista em São Paulo após atacarem e roubarem gays nas proximidades. Depois de presos todos foram soltos e respondem em liberdade. Segundo um dos advogados de defesa, um dos agressores foi simplesmente “paquerado” e isso resultou em toda a briga (desde quando uma paquera resulta em agressão e roubo?). Segundo a mãe de outro agressor, seu filho não faria isso pois ela mesma tem vários amigos homossexuais. Depoimento de uma mãe desesperada e que provavelmente não conhece tão bem seu filho. Afinal, como uma das testemunhas deixou bem claro, o rapaz gay estava andando na rua sem fazer nada para ninguém e foi abordado e agredido de surpresa, gratuitamente. Se isso não for homofobia, tentando destruir no outro aquilo que mais incomoda dentro de si, eu realmente não sei o que é psicologia e faço questão de rasgar meu diploma.

    O que chama a atenção nisso é a intolerância, a impunidade e, principalmente, em saber que casos como este em São Paulo e em outros lugares acontecem com muito mais frequência do que imaginamos. Como eu vivo repetindo para jornalistas que me procuram, as pessoas acreditam que o mundo melhorou, que os gays estão mais livres para andarem nas ruas expressando sua sexualidade e por ai vai indo mas, no fundo, tudo continua a mesma coisa. Falamos mais sobre a homossexualidade, aparecemos mais, mas a mente das pessoas ainda são antigas e povoadas de machismo e preconceito (exemplo recente é o do reitor do Mackenzie publicar nota no site da instituição de ensino enfatizando ser contra a aprovação de lei que criminaliza a homofobia, até a OAB disse que a atitude é digna da Idade Média).

    Enfim, vamos todos acompanhar este caso de perto e torcer para que a justiça seja feita.


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  • 03nov
    Diversidade GLS, Eventos LGBT, Festa & Balada GLS, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Todos os baladeiros que frequentam a noite gay com certeza já ouviram falar na boate Nostro Mondo. Considerada um verdadeiro ícone da noite paulistana, ela é rica em histórias e protagonizou alguns dos maiores eventos gays do país. Há 39 anos, o ‘Castelinho da Consolação’, como também é chamado, atrai um público diversificado para dançar em sua pista.

    Antes de iniciar sua trajetória na noite, o local era um clube hétero, sem pretensão de ser um marco notívago. No entanto, quando a Condessa Monica (Clóvis) comprou o local na década de 1970, ela o transformou em um point glamoroso e elegante. Com ares teatrais e shows bem produzidos, o palco da boate foi o berço de verdadeiros ícones do transformismo.

    A ex-Big Brother Dimmy Kieer deu seus primeiros passos com salto alto naquele lugar. Miss Biá, uma artista nata, trabalhou durante doze anos na casa, conquistando seu estrelato com shows memoráveis. “Era uma superprodução, cheguei a entrevistar Miguel Falabella, Wanderléia, Lucinha Lins, Paulo Autran, Claudia Raia, Raul Cortez e até mesmo Bibi Ferreira”, conta a drag. “Era um lugar para ver e ser visto, fino, elegante e receptivo”, reafirma Biá, ao falar com saudosismo sobre o tempo em que trabalhou na Nostro Mondo.

    E é pensando no saudosismo de Miss Biá que DJ Gê Rodrigues e Igor Calmona, donos do DJ Club, Mini Club, lojas DJ Club de som e iluminação entre outros empreendimentos, estão no comando da Nostro Mondo e pretendem modernizar, mas também reavivar, a tradição de bons espetáculos e shows bem produzidos.

    As mudanças estruturais são perceptíveis logo na entrada do clube: a fachada foi restaurada e a entrada voltou a ter os traços elegantes de outrora. Mas as modificações não param por aí. O sistema de iluminação foi alterado, assim como o palco e o equipamento de som, considerado um dos mais modernos entre as casas noturnas de São Paulo. Agora, além da pista principal com o palco, há também uma segunda opção para dançar: uma nova pista no térreo, intimista, em que os DJs tocarão flashbacks, house e muito mais.

    Os clássicos shows aos sábados e domingos serão mantidos, aos sábados Frank Ross e aos domingos com Silvetty Montilla. Gê Rodrigues e Igor Calmona convidaram importantes personagens da noite para compor o line-up da nova era da casa. Entre eles, estão Renato Lopes, Oscar Bueno, Jean Tavares, Luca Lauri, Andrea Gram, Xavier, Ulisses Cavassana, Jac Junior, Marcelo Saturnino, Cris Vilela, Zuba entre outros. A Nostro também terá para essa nova programação de inicio três afters, ‘o After da Nostro’ e o estreante ‘After XAROPE’, do renomado DJ Luiz Pareto e SUB After.

    E durante a semana, a Nostro abrirá Espaço Cultural Nostro Mondo para exibições de peças teatrais (coordenado por Duilio Ferronato) e projeções cinematográficas (com programação de cinema, que será coordenada pelo crítico Christian Petermann), projeto de moda (coordenado por Marcelo Hirata) e bandas novas. Ou seja, o Castelinho da Condessa retornou mais imponente e completo do que nunca.

    Dia 04 de novembro a partir das 23 horas, na festa de OPENING, estarão nas pick-ups os DJs convidados Ulisses Cavassana, Sérjô , Jac Junior , Oscar Bueno e Haroldo Pereira Jr e no palco Silvetty Montilla.

    Comemorando Birthday Scorpions: Daniel Almeida, Ulisses Cavassana e Oscar Bueno.

    Serviços:

    Onde: Boate Nostro Mondo
    O que: Festa Opening – dia 04 de novembro a partir das 23 horas.
    Funcionamento: de quinta a domingo
    Horários: de quinta a sábado das 23 horas até ultimo cliente.
    Matine aos domingos: das 18 a  0hora
    Quintas e sextas – Preços: R$ 15 de entrada ou R$30 de consumo com flyer –
    R$20 entrada ou R$30 consumo sem o flyer
    Sábado e Domingos – Preços: R$ 15 entrada ou R$30 de consumo
    Afters – Preços: R$ 15 de entrada ou R$30 de consumo com flyer –
    R$20 entrada ou R$30 consumo sem o flyer
    Local : Rua da Consolação, 2.554
    Jardim Paulista – São Paulo – SP
    Infone: (11) 3338-0179
    www.nostromondo.com.br


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  • 31ago
    Gay - Homossexualidade Masculina, Livros GLS, Mitos da Homossexualidade, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A quantidade de psicólogos e psicólogas preocupados com as questões da homossexualidade tem sido cada vez maiores. Desde o lançamento da 3ª edição do meu livro http://oarmario.com, tenho recebido diversas mensagens parecidas com as da imagem acima. O que me chama mais a atenção é que muitos deles não são homossexuais, mas querem “entender” como “tudo funciona” justamente para prestar um atendimento de maior qualidade e eficácia. Isso me deixa extremamente feliz sendo que uma das críticas no meu livro é justamente esta: muitos psicólogos não entendem nada de sexualidade humana, muito menos sobre a homossexualidade. Parabéns para ela e para todos os colegas da profissão.


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  • 26ago
    Diversidade GLS, Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Em cartaz até 25 de Setembro no STUDIO 184, em São Paulo, a peça Alexandre e Heféstion de Edu Rodrigues.

    Alexandre, o maior conquistador de todos os tempos nunca foi derrotado, a não ser pelas coxas de Heféstion.
    Alexandre e Heféstion são homens. Dois homens que se amam profundamente. Um amor tão puro que não mancha a valentia e a virilidade de grande rei e guerreiro de Alexandre.
    Como uma réplica do amor vivido pelo herói Aquiles e seu companheiro Pátroclo, Alexandre e Heféstion vivem uma relação pura, plena e poética.
    Beijos, abraços e sexo, são manifestações do desejo, mas estão longe de poder representar o amor vivido por esses dois grandes guerreiros.
    Eles cultivam um amor que vai além de qualquer desejo conhecido.
    Semeam a cumplicidade, a intimidade, o discernimento e a sensibilidade.
    Alexandre e Heféstion travaram longas batalhas, mas não permitiram que a distância e o desejo fossem o motor que move a sua história. E alimentaram a cada dia este sentimento.
    Alexandre pode, em alguns momentos, ser destemido, corajoso, impulsivo, violento, o maior de todos os conquistadores.
    Mas é acima de tudo humano e para ser assim manteve o amor próximo de seus olhos. E se deixou regular por ele, e foi nele que se refugiou quando precisou de segurança.
    Mas como todo amor passa por provações e dificuldades, aqui ela se apresenta na figura de Roxana, esposa de Alexandre, uma mulher destemida e corajosa que enfrenta o poder de seu rei para separá-lo de seu grande amor.
    Roxana é forte e decidida e para colocar um fim nesse amor de infância lança mão de uma vingança contra Heféstion e dá à história um fim trágico, mas que só reforça e comprova a força e pureza desse sentimento.
    Alexandre e Heféstion é uma história de amor. Sem sexo, raça, cor, barreiras, é apenas o amor representado em sua forma mais sublime.

    Serviço:

    Alexandre e Heféstion
    Em cartaz até 25 de Sembro
    STUDIO 184
    Praça Roosevelt, 184 – São Paulo / SP
    Sábados as 21hs

    =============================================================

    PARTICIPE!

    Quer ganhar um par de convites VIP para prestigiar a peça em 04/09/2010?

    Visiste http://fabricioviana.com/teatro-homoerotico-alexandre-e-hefestion e participe!


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  • 23ago
    Livros GLS, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Minha amiga Marli Porto, autora do livro Uma Luz Para Davi, estará autografando seu livro na Comunidade Cristã Nova Esperança nesta terça-feira, dia 24/08/2010. Participem, comprem seu livro e leiam seu trabalho!

    Se você é de outro estado e tem interesse na história (que narra sobre o amor entre dois rapazes, um é traficante barra pesada em São Paulo), visite este link: http://fabricioviana.com/romancegls-umaluzparadavi-marliporto-compreagora

    Serviço:

    Livro Uma Luz para Davi
    24/08/2010 – A partir das 19:30
    Autógrafos com Marli Porto
    Comunidade Cristã Nova Esperança
    Rua Amaral Gurgel, 292 – São Paulo / SP


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  • 05ago

    Agora sim, segue release oficial enviado para a imprensa! O restante é comigo… estou ansioso… vejo todos vocês lá… levem amigos, conhecidos, parentes… enfim, compareça… será neste sábado, 07/08… :-) Abs, Fabrício Viana
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    casaraobrasil-logo

    frente-casarao-brasil-foto

    NOITE DE AUTÓGRAFOS COM O ESCRITOR FABRÍCIO VIANA NO CASARÃO BRASIL

    Com o objetivo de ajudar as pessoas a entenderem mais as questões sobre a “saída do armário”, Fabrício Viana, bacharel em psicologia e idealizador de vários projetos como o portal Armário X, comemora com amigos e leitores o lançamento da 3ª edição de seu livro O Armário – Vida e Pensamento do Desejo Proibido no Casarão Brasil às 19hs neste sábado, 07 de Agosto de 2010.

    Lançando em 2006 de forma independente, o livro O Armário já foi vendido para mais de 1.000 pessoas em todo o Brasil pelo site www.oarmario.com. Como é uma produção independente, Viana comemora o sucesso: “Poucos escritores independentes conseguem vender toda a primeira edição e nós já estamos na terceira! Temos que comemorar!”

    Jornalistas, advogados, psicólogos, drag queens, amigos, blogueiros, twitteiros, portais e leitores já confirmaram presença com o autor. “No lançamento em 2006 as pessoas fizeram fila para comprar e receber um autógrafo, na época eu nem era tão conhecido assim, hoje em dia, depois de ter participações no Fantástico, Ana Maria Braga, Manhã Gazeta, entre outros, a quantidade de pessoas que conhecem o meu trabalho é bem maior, logo, tudo indica que muita gente deve comparecer nesta noite de autógrafos! O frio na barriga é inevitável!”, conta Viana.

    Para prestigiar o autor e adquirir seu exemplar, que será vendido no local por R$ 34,00 (apenas dinheiro ou cheque), procure chegar cedo ao Casarão Brasil localizado na Rua Frei Caneca, 1057 em São Paulo.

    Mais informações para a imprensa com o próprio autor em seu site pessoal www.fabricioviana.com ou em seu Twitter www.twitter.com/fabricioviana

    Serviço:

    Dia: 07/08/10 (sábado) às 19h.
    O Armário – De Fabrício Viana
    Lançamento da 3ª edição no Casarão Brasil
    Valor R$ 34,00 (dinheiro ou cheque)

    Local:
    Casarão Brasil
    Rua Frei Caneca, 1057 – São Paulo
    11 3171.3739 – (próximo do metrô Consolação)
    www.casaraobrasil.org.br

    .


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  • 05jun

    Direitos:
    1 – Prefeitura da Capital e Governo do Estado de São Paulo pelos decretos 55.588 de 17 de março (estadual) e 51.181, de 14 de janeiro de 2010 (municipal), que dispõem sobre a inclusão e uso do nome social de pessoas travestis e transexuais nos registros municipais relativos a serviços públicos prestados no âmbito da Administração Direta e Indireta.

    2 – Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)
    O tratamento igualitário a casais homoafetivos foi cláusula das negociações dos bancários frente ao sistema financeiro. A proposta de igualar os casais homo e heterossexuais foi aprovada nas assembleias realizadas por bancários em todo o Brasil, e entrou na pauta de negociação, para que os casais homoafetivos possam gozar dos mesmos direitos previstos na Convenção Coletiva e que já são garantidos para casais heterossexuais.

    A ampliação da licença-maternidade para 180 dias para as funcionárias de todos os bancos e auxílio-creche/babá valendo para filhos de até 83 meses. Essas melhorias, obviamente, seriam estendidas também a casais formados por pessoas do mesmo sexo.

    Apesar das lideranças sindicais entenderem que faz parte de sua luta incluir os direitos de LGBTs da categoria dos bancários, a realidade é muito mais difícil. Recentemente, o Banco Itaú demitiu funcionária que assumiu ser lésbica.

    Ação de Comunicação:
    Manual de Comunicação LGBT – (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

    A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) lançou o “Manual de Comunicação LGBT”, que busca esclarecer as dúvidas dos profissionais de comunicação e da sociedade em geral sobre diversidade sexual e identidade de gênero.

    O manual é voltado para profissionais, estudantes e professores da área de comunicação: jornalistas, radialistas, publicitários, relações públicas, bibliotecários, entre outros. O principal objetivo da ABGLT com esse lançamento é o de reduzir o uso inadequado e discriminatório de terminologias que afetam a cidadania e dignidade da população LGBT, seus familiares e amigos.

    O manual busca ainda incentivar a produção de matérias, artigos, reportagens e entrevistas que tratem do respeito à diversidade sexual e justiça social e criar uma ferramenta capaz de auxiliar a cobertura jornalística com relação às temáticas LGBT. Ele possui também informações sobre as expressões técnicas de redação dos temas relacionados a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

    Saúde:
    O Governo do Estado de S. Paulo pela criação do ambulatório de saúde integral de travestis

    A ação inovadora promove um tratamento das especificidades dessa população de uma forma digna. Promove também a inclusão das travestis e transexuais no sistema de saúde sem a discriminação que sofrem cotidianamente na rede de saúde convencional. O ambulatório representa também um avanço no atendimento ao processo transexualizador.

    Educação:
    Escola Jovem LGBT, Campinas – Grupo E-jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados

    Com uma verba de R$ 180 mil proveniente de um convênio entre a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura, o Grupo E-jovem de Adolescentes Gays, Lésbicas e Aliados, que tem sede na cidade de Campinas, pretende concretizar o projeto de implantação da Escola Jovem LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais).

    Inicialmente com três turmas — com 20 alunos cada — o objetivo da instituição, de acordo com Deco Ribeiro, representante do grupo e futuro diretor da instituição, é valorizar e difundir a Cultura LGBT em cursos que são abertos a jovens homossexuais, mas também a heterossexuais e bissexuais.
    As aulas têm foco em atividades artísticas, literárias e em diversas outras vertentes culturais. Entre elas, a criação de zines, revistas, produtos literários, dança, música, TV, cinema e teatro. Até mesmo performance drag está prevista para entrar na grade curricular. O projeto contribui para o aumento da auto-estima de LGBT ao valorizar seus hábitos, sua cultura e suas singularidades.

    Imprensa:
    Revista francesa TÊTU

    A revista promove campanhas no mundo todo em relação à defesa de direitos de LGBT. Foi o meio de comunicação que mais lançou matérias sobre a violência contra as lésbicas da África do Sul, e a atuação de organizações lésbicas naquele país, que também serão premiadas. A Têtu alia cultura e entretenimento a uma ação de repercussões políticas profundas.

    Ação Cultural:
    Grupo Dignidade e Associação da Parada Paranaense pela restauração e digitalização da Coleção do Jornal Lampião da Esquina.

    Um passo importante no resgate da memória homossexual brasileira foi dado pela Associação Paranaense da Parada da Diversidade em parceria com o Grupo Dignidade. O jornal “Lampião da Esquina”, circulou entre 1978 e 1981 no Brasil da Ditadura Militar, tornando-se uma das mais importantes publicação do país, junto com o Pasquim, ao contar com um time de profissionais de renome como Aguinaldo Silva, João Silvério Trevisan e Darcy Penteado.

O projeto de restauração e digitalização foi realizado por meio de um financiamento do Ministério da Cultura e o material será disponibilizado para consulta no Centro de Documentação Histórica Professor Dr. Luiz Mott, localizado na sede da Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT. A versão digital pode ser conferida no site do grupo Dignidade.

    Literatura:
    1 – Laura Bacelar pelo trabalho desenvolvido na Editora Malagueta.

    Na América Latina inteira a Malagueta é a única editora L2L (sigla em inglês significando “de lésbicas para lésbicas”). A principal responsável pelo andamento da Editora Malagueta é Laura Bacellar, que tem larga experiência no mercado de livros em geral e uma atuação consistente junto às comunidades LGBT. Foi pioneira na criação da editora brasileira inteiramente dedicada a minorias sexuais, as Edições GLS, no início da década de 1990. É um projeto essencialmente comunitário. Se muitas mulheres gostarem de suas obras, comprarem os livros, recomendarem-nos às amigas e namoradas e ex-esposas, será possível sobreviver e continuar a publicar muitas autoras mais.

    2 – O livro Na trilha do arco-íris: Do Movimento Homossexual ao LGBT, de Regina Facchini e Júlio Simões, da Editora Fundação Perseu Abramo.
    Entre os principais desafios de um movimento de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) mais organizado e visível, está o aumento da reação conservadora contra suas lutas. Este é um dos debates feitos no livro, que recupera a trajetória de mais de três décadas do movimento LGBT do Brasil.

    Os autores descrevem o caminho árduo percorrido pelos LGBT do país e do mundo. O livro traça um panorama do ativismo americano e europeu, mas se aprofunda no movimento LGBT brasileiro. Cita a importância de grupos organizados e de ações políticas dos anos 1970 aos dias de hoje, a mobilização no Legislativo e no Judiciário brasileiros, analisa o impacto da aids e também das paradas do orgulho na luta contra o preconceito.

    Os autores oferecem, ainda, um balanço das conquistas e desafios que se apresentam hoje para o avanço dos direitos de LGBT. Entre os desafios, destaca-se a legitimidade social que o preconceito homofóbico ainda tem no Brasil. É um livro que, sem dúvidas, colabora para ampliar o conhecimento sobre a população LGBT brasileira e sobre suas lutas.

    Cinema:
    1 – Quanto dura o amor, Roberto Moreira

    Roberto Moreira estreou com o longa Contra Todos, em 2004, e com ele recebeu mais de 20 prêmios. Em Quanto Dura o Amor, Moreira fala de ilusões e fantasias amorosas vividas por personagens à deriva na cidade grande. A cidade de São Paulo é também uma personagem do roteiro de Anna Muylaert e Roberto Moreira. No elenco, Danni Carlos, Silvia Lourenço, Paulo Vilhena, Maria Clara Spinelli, Gustavo Machado entre outros.

    2 – Do Começo ao Fim, Aluízio Abranches
    Com estreia em 2009, o filme de Aluizio Abranches, Do Começo ao Fim é uma história de amor. A história de Francisco e Thomás e de sua família: Julieta, Alexandre e Pedro. Com uma narrativa particular o filme pretende contar a história de um amor incondicional como uma possibilidade, como um contraponto para um mundo cheio de violência, medo e intolerância. No elenco, Fábio Assunção, Júlia Lemmertz, Gabriel Kaufmann, Jean Pierre Noher, Louse Cardoso.

    Documentário:
    Curta-metragem: Bailão, de  Marcelo Caetano

    Exibido: Mostra de Tiradentes, 44º Festival de Brasília
    Sinopse: “Bailão”, retrata a memória de uma geração homossexual reprimida pela sociedade. O ponto de convergência das histórias de seus personagens é o Bailão, uma casa noturna no centro de São Paulo bastante conhecida por seus frequentadores que viveram sua juventude nos anos da ditadura ou antes, numa sociedade extremamente conservadora que os invisibilizava. A produção é marcada por depoimentos de pessoas que viveram essa época e que relembram suas histórias.

    TV:
    Minissérie: Ó Paí, Ó, da Rede Globo

    Ó Pai, Ó’ explora as ruas do Pelourinho, na quente Bahia, com personagens bem temperados, sensuais e afinados no humor. A minissérie gira em torno da vida dos moradores de um cortiço, onde a dona do imóvel – que fica no centro histórico de Salvador – é dona Joana, uma beata que não dá paz e cuida da vida de todos. Entre as personagens emblemáticas há a travesti Yolanda e a lésbica Neusão, que na segunda temporada da série desejaram formar uma família.

    Propaganda:
    Propaganda Colombiana da Corporácion Red Somos sobre a cidadania e os direitos LGBT

    A organização colombiana Red Somos criou vários spots poéticos de propaganda para circulação na internet. Cada peça abordou de forma poética um dos direitos LGBT. Do direito das travestis à educação, ao direito ao trabalho para transexuais, a campanha promoveu a idéia da necessidade da inclusão dessas populações discriminadas. Na internet, a campanha teve repercussão e está fazendo diferença para LGBT na Colômbia, além de consolidar a Red Somos como umas das principais organizações do movimento naquele país.
    http://www.youtube.com/watch?v=Fou3PhJRHfQ

    Artes Cênicas:
    Rosas brancas para Salomé, de Gladston Ramos, com direção de Nicole Puzzi e Julio Wargas, no Teatro do Ator

    Salomé é uma travesti pioneira em São Paulo, tanto nos shows que fazia, quanto na luta pelo reconhecimento dos direitos das travestis. A drag queen Salete Campari, que a interpreta na montagem paulistana, diz que Salomé foi a primeira pessoa que ela viu no palco, o que influenciou muito sua carreira e disposição militante. O espetáculo beneficente visa a reduzir as dificuldades financeiras e de saúde de Salomé. A peça se destaca tanto pelo texto comovente como pela performance de Salete.

    Internacional:
    2- Associação GALA (Memória de Gays e Lésbicas em Ação) da África do Sul

    Ao mesmo tempo em que a África do Sul é a única nação africana onde os gays podem casar e adotar filhos, é um dos países que mais agridem e violentam mulheres, principalmente as que se assumem lésbicas.

    “Nossa sociedade machista acredita que violando uma lésbica vai fazer ela amar os homens! A prática é tão disseminada que deram um nome popular a ela: Patches”, afirma Carrie Shelver da Associação POWA e vítima de estupro.

    “Nossa Constituição é muito liberal, e isso é resultado do fim do apartheid, que disse que ninguém deve ser discriminado”, disse Kamahelo Malinga, da Memória de Gays e Lésbicas em Ação (GALA), uma associação que congrega os arquivos da comunidade gay da África do Sul e procura defender as lésbicas vitimas de estupro. Mas entre a teoria e a prática, a margem é grande. E a homofobia ainda está presente na sociedade sul-africana, em particular nas cidades menores do interior.

    Memória:
    Paula Lira – Vítima de hemografia generalizada (Imperatriz – MA)

    Travesti que militava na luta por direitos e cidadania das travestis no Maranhão, como coordenadora do GATTI (Grupo de Ativismo de Travestis e Transexuais de Imperatriz). Sua dedicação em favor da luta LGBT, esforço em participar das instâncias do movimento e promover ações em defesa de suas pares tem um valor inestimável e insubstituível para as travestis e transexuais do Maranhão que se perde com sua morte.


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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  • 27mai
    Eventos LGBT, Livros GLS - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    a-tv-no-armario-livroAs Edições GLS e a Livraria Cultura Conjunto Nacional (SP) promovem no dia 1º de junho (terça-feira), das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro A TV no armário, do professor e jornalista Irineu Ramos Ribeiro. Fruto de ampla pesquisa sobre a cobertura dada pela TV à questão da homossexualidade, a obra revela como as emissoras ainda se pautam pelo preconceito. Ao mergulhar nesse universo, o autor analisa a programação das emissoras e mostra a dificuldade e os equívocos que ocorrem quando precisam lidar com as diferenças sexuais na TV. O evento acontece no piso térreo da livraria, que fica na Av. Paulista, 2073

    Na obra, o autor analisa diversos aspectos do tratamento dado aos gays na programação humorística, em telejornais e em novelas, demonstrando as diversas formas pelas quais o preconceito é estimulado. Baseando-se no pensamento de Michel Foucault e noções da teoria queer, ou teoria do estranhamento, o autor comprova que a televisão brasileira acaba transmitindo valores negativos, depreciativos e caricatos no que se refere aos gays. “Está na hora de mudar de rumo”, afirma Ribeiro, lembrando que a mídia tem um papel determinante na formação de identidade.

    O autor discorre sobre o limiar dos gêneros, abordando questões como ambiguidade, identidade, sexualidade e formas de pensar. Fala sobre o desenvolvimento das identidades sexuais “proscritas” no decorrer do século XX e as relações de poder na mídia televisiva. Faz um breve histórico do movimento homossexual no mundo e de algumas de suas lutas até chegar à década de 1970, quando o gênero passa a ter uma conotação social ampla. “O conceito de gênero se refere à construção social e cultural que se organiza a partir da diferença sexual”, revela o autor.

    O livro traz ainda um breve relato histórico do surgimento da TV no Brasil e o levantamento da cobertura jornalística televisiva da Parada do Orgulho Gay de São Paulo. Em seguida, o autor examina alguns programas humorísticos que tratam o gay com escracho, um game show que perde a oportunidade de esclarecer que a diferença é saudável e uma novela que acaba apelando para o sentimentalismo na hora de retratar o amor homossexual. “Procuro demonstrar as sutis abordagens em que o preconceito é estimulado e impede a existência de um mundo onde a diferença seja respeitada”, explica o autor.

    “Ribeiro tem a rara capacidade de expor as inclinações preconceituosas e reforçadoras de preconceitos que as emissões de TV disseminam em relação aos homossexuais sem cair na tentação de enxergar nisso uma conspiração dos setores dominantes da sociedade. Ele entende a dinâmica da indústria cultural e não a acusa de intenções diabólicas”, afirma Carlos Eduardo Lins da Silva, ex-ombudsman da Folha de S.Paulo, que assina o prefácio da obra.

    O autor

    Irineu Ramos Ribeiro é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), pós-graduado em História pela mesma instituição e mestre em Comunicação pela Universidade Paulista (Unip). É membro do Centro de Estudos e Pesquisa em Comportamento e Sexualidade (CEPCoS), organização não governamental ligada às questões de gênero e sexo. Integra ainda o Grupo de Estudos “Estética, Mídia e Homocultura” da Universidade de São Paulo (USP). Apresenta trabalhos acadêmicos em diversos congressos e simpósios nacionais e é palestrante da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual (Cads), órgão vinculado à Secretaria de Participação e Parceria da Prefeitura de São Paulo, no qual desenvolve trabalhos de capacitação nas questões de gênero, sexualidade, mídia e educação com professores da rede pública.

    Livro

    Título: A TV no armário – A identidade gay nos programas e telejornais brasileiros
    Autor: Irineu Ramos Ribeiro
    Editora: Edições GLS
    Preço: R$ 31,90
    Páginas: 134
    ISBN: 978-85-86755-57-6
    Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
    Site: www.edgls.com.br

    Serviço

    Noite de autógrafos do livro A TV NO ARMÁRIO
    Autor: Irineu Ramos
    Data: 01/06/2010 as 18:30h
    Local: Av. Paulista, 2073


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  • 27mai
    Diversidade GLS, Eventos LGBT, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    praca-darcy-penteado

    A praça que homenageia Darcy Penteado (1926 – 1987), importante pintor, figurinista, coreógrafo, dramaturgo e ativista homossexual será totalmente revitalizada para os paulistanos no dia 29 de maio de 2010.

    A iniciativa é uma parceria inédita, que conta com a colaboração da Secretaria de Participação e Parceria, Subprefeitura da Sé, Viva o Centro, Ação Local Ipiranga I, Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual, Conselho de Atenção à Diversidade Sexual e a casa noturna Love Story, farão o replantio e a conservação da praça.

    O mutirão organizado pela comunidade LGBT trabalhará voluntariamente, limpando e plantando cerca de 2 mil mudas para presentear o centro da cidade com uma nova e reurbanizada Praça Darcy Penteado. A ação faz parte das comemorações do mês do Orgulho LGBT e acontece no sábado a partir das 9h.

    A inauguração está prevista para acontecer às 14h com a presença de artistas, personalidades, autoridades e as famosas drags de São Paulo que irão animar os voluntários durante todo o dia.

    Quem quiser colaborar, será bem vindo. Faça parte dessa ação que tem como objetivo a conscientização ambiental e a construção de uma cidade mais inclusiva com a diversidade.

    Serviço:

    Dia 29/05/20010 – Início as 14hs
    Av. Ipiranga com Major Sertório (em frente ao edifício COPAN)


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  • 27mai

    bailao-abcbailao-filme

    É hoje, entrada franca em SP de um vídeo que nasceu premiado! Segue texto do amigo Ricardo Aguieiras (que terá um trio na Parada de São Paulo chamado “Gays Idosos também são muito Gostosos” – E alguns são mesmo!! kkk E é claro que eu estarei lá para prestigiar!!):

    “Bailão, o belo curta – e já muito premiado! ( http://filmebailao.wordpress.com/) – que participei com depoimentos, terá sua pré-estréia em  São Paulo, no Espaço Unibanco Augusta e eu adoraria ter a presença de tod@s! Será no dia 27/05, quinta-feira, às 21:30 horas, entrada franca,  na Sala 4. Marcelo Caetano, ele é o talentoso diretor que saiu percorrendo Sampa e traçando paralelos entre os sentimentos dos gays idosos entrevistados e a essência da cidade. Trata-se de preservação da memória da homossexualidade e de um novo olhar, em profundidade,  aos que ajudaram a construir a nossa história. Ele já havia dirigido um outro curta premiado “A Tal Guerreira” sobre a grande cantora já falecida, Clara Nunes.  Para contar a história, o diretor acompanhou um grupo de umbandistas de Sorocaba, que cultua Clara com romarias anuais a seu túmulo. Eles também conservam um templo colorido em sua homenagem. Em paralelo, o vídeo acompanha uma travesti que incorpora a cantora em uma boate gay. O diálogo entre o Templo e a travesti é o fio condutor da produção. Tive grande prazer em colaborar com o filme Bailão, contando das minhas experiências de vida, do início da militância no Grupo Somos, em 1978, mostrando os antigos (alguns que nem existem mais, tristemente…) lugares de frequência gay em Sampa, onde aconteciam as paqueras, as pegações e, por que não, o amor. Quantos relacionamentos que tive e presenciei começaram assim; sonhos e propostas de vida, queríamos revolucionar o mundo e, em parte, a gente se encantou e conseguiu, o arco-íris já é nosso mas não achamos ainda o pote de ouro. Revi pessoas que caminharam também nessa luta e também colaboraram com belos depoimentos, sobreviventes de umas época onde sonhar ainda era possível. O ápice do filme é uma festa na boate ABC BAILÃO, que fica na rua Marquês de Itú, aqui em Sampa, boate essa que acompanhou e ajudou a fazer toda essa caminhada, desde quando era chamada simplesmente de “HS”, uma abreviatura de “homo sapiens”. Neste triste país, infelizmente, a História é vilipendiada e a memória, além de não valorizada, é ainda estimulada para a queda no esquecimento. Isso no geral, imagine então o que ocorre com a Memória da Homossexualidade. Por isso, referenciais artísticas e criações como as de Marcelo Caetano são  imprescindíveis.  Levem a pipoca, seus olhares e corações para essa pré e depois me procurem. O Curta acaba de receber o Premio Cidadania, de melhor curta metragem, dado pela Associação da Parada – SP. Venham bailar com a gente!”


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  • 20mai

    I-Marcha-contra-a-Homofobia-011
    A 1ª Marcha Nacional LGBT contra a Homofobia, realizada nesta terça-feira (19/05) em Brasília, reuniu cerca de 2.500 manifestantes – segundo a polícia – vindo de diversos estados brasileiros. O evento foi extremamente político (sem gogo boys, festa, música, etc) e cumpriu seu objetivo. Deu gosto ver que a Veja estava errada quando disse que a militância homossexual era assunto de pessoas com mais de 30 anos. Durante a Marcha tinha muitos jovens com bandeiras e cartazes e que ainda gritavam por leis e direitos.

    Eu não sou mais jovem, mas um dia antes da viagem fiz questão de fazer um cartaz (foto acima) que vai contra o fundamentalismo religioso. É verdade, quem me conhece sabe que sou ateu mas, se “deus” existir, que ele perdoe parte de seu rebanho que condena e persegue – injustamente - os homossexuais, não aprovando as leis que garantem o seu bem estar dentro da sociedade. Fui muito elogiado durante o evento e hoje, ao ver o twitter e redes sociais, ele é um dos cartazes que mais “se espalha” na rede.

    Eu só não gostei de duas coisas. Ter encarado a viagem de ônibus (é extremamente cansativo ir e voltar – ainda bem que a turma era super legal – adorei!! kkkk) e ter presenciado a equipe do Pânico na TV ser “expulsa” do evento. Os caras até que são bacanas e fazem um trabalho legal, mas não tinha nada a ver eles irem a uma manifestação extremamente política que luta contra a homofobia. O programa é de humor e a Marcha contra a Homofobia não tem nada de engraçada. Veja o vídeo que gravei abaixo.

    Tirei muitas fotos. Todas estão no meu orkut e facebook (album fechado). Mas algumas resolvi dividir com vocês. Espero que gostem!

    Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia
    Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia
    Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia
    Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia
    Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia
    Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia
    Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia
    Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia Foto Primeira Marcha contra a Homofobia em Brasilia

    O vídeo do Pânico é este aqui. É muita gritaria mas algumas coisas dá pra entender, como um dos jornalistas do Pânico dizendo que o trabalho é uma “brincadeira” mas que trará visibilidade positiva. Não sei como, mas ele prometeu fazer um trabalho legal. Vamos aguardar! :-)

    Se quiser comentar também la no Youtube (já esta cheio de comentários, o link é http://www.youtube.com/watch?v=llhuPDnsVU0)


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