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Literatura Gay e o Mercado Editorial GLS

18 ago

LiteraturaGay-MercadoEditorialGLS

Literatura Gay e o Mercado Literário GLS é o tema da minha conversa no PapoMix. Falo dos meus livros e da Editora Orgástica. Espero que gostem! Para comprar os livros, visite www.editoraorgastica.com

Para assistir o vídeo no Youtube, clique aqui: Literatura Gay e o Mercado Literário GLS.

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Literatura LGBT


Livros com temática GAY mais barato: a partir de R$ 15,70!

12 ago

“Com frequência escuto que não existem muitos livros com temática homossexual no mercado brasileiro, o que é um engano. Temos não só bons livros como também várias editoras especializadas neste tema: a Editora Orgástica é uma delas”, comenta Fabrício Viana que é escritor, bacharel em psicologia, homossexual assumido e um dos sócios da editora.

“Ainda somos uma micro editora, mas já temos vários títulos nossos e de parceiros, como Karina Dias, Marli Porto, Sérgio Viula, Alexandre Calladinni e outros”, complementa Viana.

Entre os livros mais vendidos no site www.editoraorgastica.com estão O Armário, que fala sobre a homossexualidade e saída do armário de forma séria e educativa; Ursos Perversos, que é uma coletânea de contos eróticos gays; Orgias Literárias da Tribo, uma coletânea não sexual com 10 autores sobre o dia a dia da comunidade LGBT – lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros; Bem-te-vi, um livro infantojuvenil ilustrado que conta a história de um garoto que se apaixona por outro garoto na escola; e vários outros títulos.

“Os valores dos livros impressos são compatíveis com o mercado. No site da editora você pode comprar livros que variam de R$ 15,70 a R$ 35,00 no máximo usando o sistema do PagSeguro: você paga com boleto bancário ou cartão de crédito, recebe o livro em embalagem discreta e se não receber até 14 dias, pode pedir seu dinheiro de volta”, explica Viana.

Cadastrando-se no site da editora, ainda existe a possibilidade de receber ofertas exclusivas. Para conhecer mais sobre a Editora Orgástica e investir em livros com temática voltadas para a diversidade sexual, o link é: http://www.editoraorgastica.com

 

 

Literatura LGBT


Podcast do Sérgio Viula sobre editoras, escritores e Literatura Gay.

05 ago


Sérgio Viula
, escritor, dono do Blog Fora do Armário e ex-fundador do grupo MOSES (que curava a homossexualidade no passado, depois o grupo fechou pois a cura realmente não existe e nunca existiu) gravou um excelente podcast em vídeo sobre editoras, escritoras e literatura gay. Assista!

Para conhecer alguns livros com temática homossexual da Editora Orgástica (que sou sócio):
http://www.editoraorgastica.com

Visite também as outras editoras citadas no podcast:
http://www.metanoiaeditora.com
http://www.editoramalagueta.com.br
http://www.editoraescandalo.com

 

Literatura LGBT


Conversa sobre literatura homossexual em Santo André/SP

24 jul

Literatura Gay - Literatura Homossexual

Livros com temática homossexual são temas de conversa literária em Santo André.

A ONG ABCDs e a Editora Orgástica convidam para uma conversa literária sobre livros com temática homossexual com os escritores Fabrício Viana e Marli Porto nesta sexta-feira, 25/07, a partir das 19h30 no Frans Café da Av. Portugal, 1126 em Santo André/SP. Entrada franca.

Sobre Marli Porto:
Marli Porto já escreveu Uma Luz Para Davi (romance gay), Liberdade para Clarice (romance lésbico) e Bem-te-vi (livro infantojuvenil com temática homossexual). É um dos nomes mais conhecidos dentro da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).
Blog da autora: http://marliporto-escritora.blogspot.com.br

Sobre Fabrício Viana
Fabrício Viana escreveu O Armário (sobre a história da homossexualidade e os processos psíquicos da “saída do armário”), Ursos Perversos (contos eróticos gays) e Orgias Literárias da Tribo (uma coletânea LGBT não pornográfica com crônicas, poesias e contos de 10 autores selecionados). Viana já participou em vários programas de TV sobre o assunto.
Blog do autor: http://fabricioviana.com

Serviço:
Conversa Literária LGBT no Fran´s Café de Santo André com Marli Porto e Fabrício Viana
Dia 25/07, sexta-feira, a partir das 19h30
Av Portugal, 1.126
Jardim Bela Vista
Santo Andre/SP
Para comprar os títulos on-line, visite:
http://www.editoraorgastica.com

 

Literatura LGBT


Beijo gay e a homossexualidade nas novelas brasileiras

01 jul
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Beijo Gay na TV – Imagem Ilustrativa

O tão aguardado beijo gay na novela “em Família” desta segunda (30/06), entre Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller) foi sem emoção alguma. Alias, foi mais um selinho nos lábios do que um beijo propriamente dito. Parece que o fantasma do beijo gay na novela “América”, que praticamente parou o Brasil em 2012, ainda assombra à todos. O mais interessante, se você for como eu, que acompanha movimentos de naturalização da homossexualidade (pois ela é apenas mais uma das expressões saudáveis da sexualidade humana, nada além disso – como cito no meu livro O Armário) deve estar de “saco cheio” do tal “beijo gay na TV“. E com razão!

Porém, este último foi um pouco diferente. Me parece que tivemos uma repercussão gigantesca nas redes sociais. Muito mais que os outros “beijos gays na TV“. Talvez porque hoje temos mais pessoas conectadas: são computadores, tablets e celulares. Além da população mais carente que tem entrado cada vez mais neste universo comunicacional. O problema é que, se você for parar para ler os comentários nos sites de notícias sobre o beijo gay na TV vai ter uma grande surpresa: a sociedade digital ainda é contra, terrivelmente, à homossexualidade (e isso reflete a sociedade não digital, obviamente).

Isso prova que, embora temos acesso à informação séria e educativa, a grande massa digital continua alienada e preconceituosa. Usam a rede apenas para desferir comentários sem sentido contra à homossexualidade e as pessoas homossexuais. Daí entra aquilo que eu sempre repito aos jornalistas que me procuram: Mudou? Falamos mais sobre o assunto? Sim! Mas o preconceito continua o mesmo. Talvez até mais explícito. Alguns comentários, de pessoas comuns, sobre esse ultimo beijo gay incitam a violência e até a morte de homossexuais. E não falo de casos isolados, são muitos. Para não citar as atrocidades que ainda acontecem no mundo real.

O que precisamos e iremos precisar sempre é de educação e informação. Um dos livros que lançamos recentemente pela Editora Orgástica (uma editora focada em diversidade sexual), onde sou sócio, é o Bem-te-vi, escrito por Marli Porto onde um garoto se descobre diferente dos demais e, para apimentar a história, acaba gostando de um colega da mesma escola. Sim, é um livro infantojuvenil e mais de 300 exemplares já foram parar em escolas públicas de São Paulo (página no Facebook). São destes projetos que precisamos! São de pessoas como Marli Porto, eu e tantas outras que fazem – de fato – o mínimo possível por uma sociedade melhor. Uma sociedade que, com perseverança, poderá, finalmente, ver um beijo gay com naturalidade: seja na TV (especialmente nas novelas) ou na rua. Sem se espantar. Sem sentir medo, vergonha ou achar que um beijo gay irá produzir mais homossexuais. São pensamentos deste tipo que precisamos desconstruir: afinal, eu nasci vendo heterossexuais se beijando e não me tornei heterossexual por conta disso!

Vamos acordar Brasil! Passou da hora de evoluirmos. Beijo gay na TV já deu? Não! A discussão – educativa – será sempre válida!

 

Literatura LGBT


Entrevista sobre livros com temática homossexual.

24 jun

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Para quem não sabe, saiu minha entrevista na revista Bear Mais Magazine n76, com 8 páginas, pelo editor Marcelo Gomes de Andrade sobre Literatura GLS (livros com temática homossexual) e meus trabalhos. A revista? Tem 118 páginas (a edição gratuita para download) e para quem tiver interesse, a versão paga vem com um ensaio delicioso e exclusivo do Brunão – Urso Jogador. Lembrando que a Bear Mais Magazine é a principal revista brasileira direcionada à comunidade ursina (gays grandes, peludos e ou barbados).

Para ler a minha entrevista e também outras matérias, visite este endereço:
http://goo.gl/AvqRFd

Depois me diga o que achou. E se tiver interesse, me siga no Twitter: Fabrício Viana

 

Literatura LGBT


Sobre o sexo bareback gay: sexo sem camisinha.

10 jun

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Se você é gay e já te perguntaram se você curte bare, bareback ou BB e ficou “perdido”, o escritor aqui explica: é o sexo praticado sem camisinha. Ou como também dizem, é o sexo praticado “no pelo” – sem borracha, pelo com pelo, entre outras expressões.

Embora heterossexuais também transem, e muito, sem camisinha, a expressão “bareback” veio dos EUA. A tradução livre é “cavalgar sem cela”, porém, ela foi “aportuguesada” pelos gays brasileiros para designar o “sexo natural”, sem preservativo. O que muitos não sabem é que, lá fora, a prática do bareback é mais ritualística: o tesão esta principalmente em contaminar ou ser contaminado, com doenças sexualmente transmissíveis (em especial o HIV). Aqui no Brasil, embora muitos gays usem essa expressão “eu curto bareback” ou simplesmente “BB“, são poucos os que, de fato, tem essa intenção ritualística (de contaminar ou ser contaminado). Eu suspeito que a maioria usa o termo simplesmente para dizer que não gostam de transar com camisinha. Mas cada um é cada um.

Já os heterossexuais não. Eles não tem esse “termo” para identificar seus adeptos, embora saibamos que até jogadores de futebol pagam mais caro prostitutas em festas caso elas topem em transar sem camisinha. Alias, se quiser, assista a esta entrevista: Orgias no Futebol Brasileiro feita pelo Fantástico (Rede Globo).

Se existem riscos na prática do sexo sem preservativo? Claro que existe! Porém, você pode transar com vários e não pegar nada e sair apenas com uma pessoa e se contaminar. Tudo é possível. Mas o risco é sempre seu. Se você é um adepto, saiba que tem consequências e, se não, nunca acredite ou confie no outro. Se você topar transar sem preservativo com alguém e pegar algo, a responsabilidade é sempre sua. Jamais culpe o outro. Você é responsável pelo seu corpo (cito isso em uma das histórias do meu livro de contos eróticos Ursos Perversos).

Para finalizar, eu, particularmente, não discrimino ninguém, nem heterossexuais e nem homossexuais, que praticam o tal “sexo no pelo”. Cada um é livre para seguir seu prazer da melhor forma possível, desde que tenha ciência das consequências e faça testes periódicos: já tive amigos que morreram simplesmente por nunca terem feito o teste e acharem que estavam bem. Se eles tivessem descoberto e tomado remédio, estariam muito bem até hoje. Lendo inclusive este post. O assunto é bem polêmico e eu não tenho a intenção de alongar-me. Só postei aqui porque vejo isso com frequência nos aplicativos de caça no celular, categorias em sites de vídeos pornográficos e perfis de pegação em sites gays e não tinha nada no search do Google. Em breve explicarei outras expressões, como “hora do chá” ou 4i20 (4:20, 420, etc).

Curiosos? Aguardem!

 

Literatura LGBT


Sexóloga fala sobre Livros GLS e a Editora Orgástica

07 jun

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Nesta semana tive o prazer de ser entrevistado no programa da psicóloga e sexóloga Rose Villela sobre Literatura LGBT. O programa, uma webtv produzida pela TVGeraçãoZ com exibição na TVTUOL teve a duração de 20 minutos e foi um verdadeiro sucesso. Sem falar que a Rose é uma pessoa bastante antenada e até sobre a Ursound, famosa festa de ursos (gays gordinhos), ela estava familiarizada.

Sobre o que falamos? Conversamos sobre a Literatura LGBT, sobre meus livros, sobre a Editora Orgástica (focada em Literatura LGBT e Diversidade Sexual) e outros temas interessantíssimos, como o documentário que estou produzindo sobre “Relacionamento Aberto”. Quem perdeu a exibição ao vivo pode assistir abaixo.

Ou ainda neste endereço dentro do Youtube: Literatura LGBT com a psicóloga e sexóloga Rose Villela.

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Se você gostou e quiser comprar meus livros, visite o site da Editora Orgástica:
www.editoraorgastica.com
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Literatura LGBT


O “abominável homossexualismo” em Game Of Thrones!

26 mai

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Para quem teve a paciência de assistir a um vídeo que gravei em 2004 com Miguel Zioli sobre a história da homossexualidade (eu era bem novinho e o equipamento era analógico, não reparem!) ou leu algo no meu livro O Armário (sobre o processo de saída do armário) sabe que a homossexualidade sempre foi vista de forma diferente, em diferente épocas.

Na antiguidade por exemplo, em povos primitivos, homens praticavam a felação (sexo oral) com os garotos com o objetivo de transmitir, durante a ingestão de sêmen, coragem, força e outras virtudes. Eles acreditavam nisso. Não existia a homossexualidade como a conhecemos hoje (tanto que a palavra foi criada mais recentemente). Depois, na Grécia e Roma, a homossexualidade era praticada entre senhor e um jovem. Quando o jovem crescia, se continuasse a manter relações com o senhor, era mal visto pela sociedade. Se um jovem não fosse seduzido por um senhor, a família inteira se envergonhava disso. Resumidamente, em cada época, a homossexualidade foi praticada e vista diferentemente do que nós temos hoje: carregada de culpa e de abominação religiosa. É verdade. Toda a parte “ruim” que conhecemos hoje vem da religião que ao longo das centenas de anos resolveu “queimar” tudo relacionado ao sexo que não fosse feito especificamente para a procriação. Isso inclui também a masturbação. Como cito no O Armário existem livros médicos que diziam (até poucas décadas) que se masturbar poderia causar a morte (pois junto com o esperma saia pequenas quantidades de sangue) ou mesmo a terrível doença da epilepsia. É absurdo? Sim. Mas são acontecimentos importantes de nossa história. Quem quiser se aprofundar mais, sugiro a leitura do meu livro ou ainda “Homossexualidade – Uma história” de Colin Spencer.

Mas não quero falar disso agora. Eu acabei de assistir, neste momento, o sétimo episódio da quarta temporada de Game of Thrones e estou perplexo pelas cenas de homossexualidade tanto entre homens quanto entre mulheres que existe desde a primeira temporada (o autor disse que, nos livros, ela não é tão explícita e muitas vezes passa despercebida). E o que mais me impressiona é a naturalidade que tudo acontece dentro da história. Embora possa existir, não é explícito piadinhas ou o preconceito social sobre a prática do tal “homossexualismo” (infelizmente, na cabeça de muita gente, esse ainda é o termo impróprio utilizado). Todas as cenas com relações homossexuais (principalmente as de sexo) acontece da forma mais natural possível: o cara chama mais outro para transar junto com sua amante, escolhe uma mulher para ela e esta tudo bem! Não é fabuloso?

gameofthrones-homossexualismo

Porque a homossexualidade em Game of Thrones me impressionou? Porque eu acredito, realmente, que assim deveria ser o mundo em que vivemos: um homem, ou uma mulher, poderia sair com um homem, ou com uma mulher, e nada disso ser “o fim do mundo”. Nem ser objeto de fofoca ou “aberração”. As coisas simplesmente aconteceriam. A homossexualidade em Game Of Thrones, diferente de muitas criações artísticas (cinema, literatura, teatro, etc) não tem ênfase alguma. Apenas acontecem, são vistas com frequência e naturalidade: como a própria sexualidade humana deveria ser.

E você? O que acha? Já assistiu a série? O que achou da homossexualidade mostrada nela?

Eu realmente sonho pelo dia em que cada um poderá se relacionar com quem quiser (homem ou mulher) e ninguém ficar espantado por conta disso.

Abs,
Fabrício Viana

 

Literatura LGBT