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Conversa sobre literatura homossexual em Santo André/SP

24 jul

Literatura Gay - Literatura Homossexual

Livros com temática homossexual são temas de conversa literária em Santo André.

A ONG ABCDs e a Editora Orgástica convidam para uma conversa literária sobre livros com temática homossexual com os escritores Fabrício Viana e Marli Porto nesta sexta-feira, 25/07, a partir das 19h30 no Frans Café da Av. Portugal, 1126 em Santo André/SP. Entrada franca.

Sobre Marli Porto:
Marli Porto já escreveu Uma Luz Para Davi (romance gay), Liberdade para Clarice (romance lésbico) e Bem-te-vi (livro infantojuvenil com temática homossexual). É um dos nomes mais conhecidos dentro da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).
Blog da autora: http://marliporto-escritora.blogspot.com.br

Sobre Fabrício Viana
Fabrício Viana escreveu O Armário (sobre a história da homossexualidade e os processos psíquicos da “saída do armário”), Ursos Perversos (contos eróticos gays) e Orgias Literárias da Tribo (uma coletânea LGBT não pornográfica com crônicas, poesias e contos de 10 autores selecionados). Viana já participou em vários programas de TV sobre o assunto.
Blog do autor: http://fabricioviana.com

Serviço:
Conversa Literária LGBT no Fran´s Café de Santo André com Marli Porto e Fabrício Viana
Dia 25/07, sexta-feira, a partir das 19h30
Av Portugal, 1.126
Jardim Bela Vista
Santo Andre/SP
Para comprar os títulos on-line, visite:
http://www.editoraorgastica.com

 

Literatura LGBT


Beijo gay e a homossexualidade nas novelas brasileiras

01 jul
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Beijo Gay na TV – Imagem Ilustrativa

O tão aguardado beijo gay na novela “em Família” desta segunda (30/06), entre Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller) foi sem emoção alguma. Alias, foi mais um selinho nos lábios do que um beijo propriamente dito. Parece que o fantasma do beijo gay na novela “América”, que praticamente parou o Brasil em 2012, ainda assombra à todos. O mais interessante, se você for como eu, que acompanha movimentos de naturalização da homossexualidade (pois ela é apenas mais uma das expressões saudáveis da sexualidade humana, nada além disso – como cito no meu livro O Armário) deve estar de “saco cheio” do tal “beijo gay na TV“. E com razão!

Porém, este último foi um pouco diferente. Me parece que tivemos uma repercussão gigantesca nas redes sociais. Muito mais que os outros “beijos gays na TV“. Talvez porque hoje temos mais pessoas conectadas: são computadores, tablets e celulares. Além da população mais carente que tem entrado cada vez mais neste universo comunicacional. O problema é que, se você for parar para ler os comentários nos sites de notícias sobre o beijo gay na TV vai ter uma grande surpresa: a sociedade digital ainda é contra, terrivelmente, à homossexualidade (e isso reflete a sociedade não digital, obviamente).

Isso prova que, embora temos acesso à informação séria e educativa, a grande massa digital continua alienada e preconceituosa. Usam a rede apenas para desferir comentários sem sentido contra à homossexualidade e as pessoas homossexuais. Daí entra aquilo que eu sempre repito aos jornalistas que me procuram: Mudou? Falamos mais sobre o assunto? Sim! Mas o preconceito continua o mesmo. Talvez até mais explícito. Alguns comentários, de pessoas comuns, sobre esse ultimo beijo gay incitam a violência e até a morte de homossexuais. E não falo de casos isolados, são muitos. Para não citar as atrocidades que ainda acontecem no mundo real.

O que precisamos e iremos precisar sempre é de educação e informação. Um dos livros que lançamos recentemente pela Editora Orgástica (uma editora focada em diversidade sexual), onde sou sócio, é o Bem-te-vi, escrito por Marli Porto onde um garoto se descobre diferente dos demais e, para apimentar a história, acaba gostando de um colega da mesma escola. Sim, é um livro infantojuvenil e mais de 300 exemplares já foram parar em escolas públicas de São Paulo (página no Facebook). São destes projetos que precisamos! São de pessoas como Marli Porto, eu e tantas outras que fazem – de fato – o mínimo possível por uma sociedade melhor. Uma sociedade que, com perseverança, poderá, finalmente, ver um beijo gay com naturalidade: seja na TV (especialmente nas novelas) ou na rua. Sem se espantar. Sem sentir medo, vergonha ou achar que um beijo gay irá produzir mais homossexuais. São pensamentos deste tipo que precisamos desconstruir: afinal, eu nasci vendo heterossexuais se beijando e não me tornei heterossexual por conta disso!

Vamos acordar Brasil! Passou da hora de evoluirmos. Beijo gay na TV já deu? Não! A discussão – educativa – será sempre válida!

 

Literatura LGBT


Entrevista sobre livros com temática homossexual.

24 jun

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Para quem não sabe, saiu minha entrevista na revista Bear Mais Magazine n76, com 8 páginas, pelo editor Marcelo Gomes de Andrade sobre Literatura GLS (livros com temática homossexual) e meus trabalhos. A revista? Tem 118 páginas (a edição gratuita para download) e para quem tiver interesse, a versão paga vem com um ensaio delicioso e exclusivo do Brunão – Urso Jogador. Lembrando que a Bear Mais Magazine é a principal revista brasileira direcionada à comunidade ursina (gays grandes, peludos e ou barbados).

Para ler a minha entrevista e também outras matérias, visite este endereço:
http://goo.gl/AvqRFd

Depois me diga o que achou. E se tiver interesse, me siga no Twitter: Fabrício Viana

 

Literatura LGBT


Sobre o sexo bareback gay: sexo sem camisinha.

10 jun

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Se você é gay e já te perguntaram se você curte bare, bareback ou BB e ficou “perdido”, o escritor aqui explica: é o sexo praticado sem camisinha. Ou como também dizem, é o sexo praticado “no pelo” – sem borracha, pelo com pelo, entre outras expressões.

Embora heterossexuais também transem, e muito, sem camisinha, a expressão “bareback” veio dos EUA. A tradução livre é “cavalgar sem cela”, porém, ela foi “aportuguesada” pelos gays brasileiros para designar o “sexo natural”, sem preservativo. O que muitos não sabem é que, lá fora, a prática do bareback é mais ritualística: o tesão esta principalmente em contaminar ou ser contaminado, com doenças sexualmente transmissíveis (em especial o HIV). Aqui no Brasil, embora muitos gays usem essa expressão “eu curto bareback” ou simplesmente “BB“, são poucos os que, de fato, tem essa intenção ritualística (de contaminar ou ser contaminado). Eu suspeito que a maioria usa o termo simplesmente para dizer que não gostam de transar com camisinha. Mas cada um é cada um.

Já os heterossexuais não. Eles não tem esse “termo” para identificar seus adeptos, embora saibamos que até jogadores de futebol pagam mais caro prostitutas em festas caso elas topem em transar sem camisinha. Alias, se quiser, assista a esta entrevista: Orgias no Futebol Brasileiro feita pelo Fantástico (Rede Globo).

Se existem riscos na prática do sexo sem preservativo? Claro que existe! Porém, você pode transar com vários e não pegar nada e sair apenas com uma pessoa e se contaminar. Tudo é possível. Mas o risco é sempre seu. Se você é um adepto, saiba que tem consequências e, se não, nunca acredite ou confie no outro. Se você topar transar sem preservativo com alguém e pegar algo, a responsabilidade é sempre sua. Jamais culpe o outro. Você é responsável pelo seu corpo (cito isso em uma das histórias do meu livro de contos eróticos Ursos Perversos).

Para finalizar, eu, particularmente, não discrimino ninguém, nem heterossexuais e nem homossexuais, que praticam o tal “sexo no pelo”. Cada um é livre para seguir seu prazer da melhor forma possível, desde que tenha ciência das consequências e faça testes periódicos: já tive amigos que morreram simplesmente por nunca terem feito o teste e acharem que estavam bem. Se eles tivessem descoberto e tomado remédio, estariam muito bem até hoje. Lendo inclusive este post. O assunto é bem polêmico e eu não tenho a intenção de alongar-me. Só postei aqui porque vejo isso com frequência nos aplicativos de caça no celular, categorias em sites de vídeos pornográficos e perfis de pegação em sites gays e não tinha nada no search do Google. Em breve explicarei outras expressões, como “hora do chá” ou 4i20 (4:20, 420, etc).

Curiosos? Aguardem!

 

Literatura LGBT


Sexóloga fala sobre Livros GLS e a Editora Orgástica

07 jun

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Nesta semana tive o prazer de ser entrevistado no programa da psicóloga e sexóloga Rose Villela sobre Literatura LGBT. O programa, uma webtv produzida pela TVGeraçãoZ com exibição na TVTUOL teve a duração de 20 minutos e foi um verdadeiro sucesso. Sem falar que a Rose é uma pessoa bastante antenada e até sobre a Ursound, famosa festa de ursos (gays gordinhos), ela estava familiarizada.

Sobre o que falamos? Conversamos sobre a Literatura LGBT, sobre meus livros, sobre a Editora Orgástica (focada em Literatura LGBT e Diversidade Sexual) e outros temas interessantíssimos, como o documentário que estou produzindo sobre “Relacionamento Aberto”. Quem perdeu a exibição ao vivo pode assistir abaixo.

Ou ainda neste endereço dentro do Youtube: Literatura LGBT com a psicóloga e sexóloga Rose Villela.

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Se você gostou e quiser comprar meus livros, visite o site da Editora Orgástica:
www.editoraorgastica.com
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Literatura LGBT


O “abominável homossexualismo” em Game Of Thrones!

26 mai

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Para quem teve a paciência de assistir a um vídeo que gravei em 2004 com Miguel Zioli sobre a história da homossexualidade (eu era bem novinho e o equipamento era analógico, não reparem!) ou leu algo no meu livro O Armário (sobre o processo de saída do armário) sabe que a homossexualidade sempre foi vista de forma diferente, em diferente épocas.

Na antiguidade por exemplo, em povos primitivos, homens praticavam a felação (sexo oral) com os garotos com o objetivo de transmitir, durante a ingestão de sêmen, coragem, força e outras virtudes. Eles acreditavam nisso. Não existia a homossexualidade como a conhecemos hoje (tanto que a palavra foi criada mais recentemente). Depois, na Grécia e Roma, a homossexualidade era praticada entre senhor e um jovem. Quando o jovem crescia, se continuasse a manter relações com o senhor, era mal visto pela sociedade. Se um jovem não fosse seduzido por um senhor, a família inteira se envergonhava disso. Resumidamente, em cada época, a homossexualidade foi praticada e vista diferentemente do que nós temos hoje: carregada de culpa e de abominação religiosa. É verdade. Toda a parte “ruim” que conhecemos hoje vem da religião que ao longo das centenas de anos resolveu “queimar” tudo relacionado ao sexo que não fosse feito especificamente para a procriação. Isso inclui também a masturbação. Como cito no O Armário existem livros médicos que diziam (até poucas décadas) que se masturbar poderia causar a morte (pois junto com o esperma saia pequenas quantidades de sangue) ou mesmo a terrível doença da epilepsia. É absurdo? Sim. Mas são acontecimentos importantes de nossa história. Quem quiser se aprofundar mais, sugiro a leitura do meu livro ou ainda “Homossexualidade – Uma história” de Colin Spencer.

Mas não quero falar disso agora. Eu acabei de assistir, neste momento, o sétimo episódio da quarta temporada de Game of Thrones e estou perplexo pelas cenas de homossexualidade tanto entre homens quanto entre mulheres que existe desde a primeira temporada (o autor disse que, nos livros, ela não é tão explícita e muitas vezes passa despercebida). E o que mais me impressiona é a naturalidade que tudo acontece dentro da história. Embora possa existir, não é explícito piadinhas ou o preconceito social sobre a prática do tal “homossexualismo” (infelizmente, na cabeça de muita gente, esse ainda é o termo impróprio utilizado). Todas as cenas com relações homossexuais (principalmente as de sexo) acontece da forma mais natural possível: o cara chama mais outro para transar junto com sua amante, escolhe uma mulher para ela e esta tudo bem! Não é fabuloso?

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Porque a homossexualidade em Game of Thrones me impressionou? Porque eu acredito, realmente, que assim deveria ser o mundo em que vivemos: um homem, ou uma mulher, poderia sair com um homem, ou com uma mulher, e nada disso ser “o fim do mundo”. Nem ser objeto de fofoca ou “aberração”. As coisas simplesmente aconteceriam. A homossexualidade em Game Of Thrones, diferente de muitas criações artísticas (cinema, literatura, teatro, etc) não tem ênfase alguma. Apenas acontecem, são vistas com frequência e naturalidade: como a própria sexualidade humana deveria ser.

E você? O que acha? Já assistiu a série? O que achou da homossexualidade mostrada nela?

Eu realmente sonho pelo dia em que cada um poderá se relacionar com quem quiser (homem ou mulher) e ninguém ficar espantado por conta disso.

Abs,
Fabrício Viana

 

Literatura LGBT


Casal gay: quem come quem? Como saber quem é ativo/passivo?

24 mai

Artigo publicado em 2006 no site do livro sobre a homossexualidade O Armário. Segue reprodução:

Outro dia, durante um workshop de tecnologia, um senhor, sabendo do meu relacionamento com o Alex, perguntou, do nada e sem estarmos falando sobre o assunto, quem de nós dois cozinhava em casa. Na mesma hora, graças a minha formação em psicologia junguiana (que analisa especialmente símbolos), interpretei sua nem tão ingênua pergunta “fora do contexto”. Sua curiosidade não era exatamente esta, de saber quem cozinhava, mas sim, de saber quem de nós representava o papel feminino entre quatro paredes, ou melhor dizendo, ele queria saber, literalmente, “quem comia quem”.

Para este senhor, utilizando-se o mesmo símbolo interpretado, eu consegui sanar sua dúvida explicitando nossa intimidade. Disse que em casa ambos cozinhávamos, dependia do dia e da vontade de cada um, que entre nós isso não era problema. Talvez, com esta resposta eu tenha sanado sua dúvida subjetiva ou, na pior das hipóteses, criado outras. Mas como diz o ditado, para um bom entendedor, meia palavra basta.

O que chamo a atenção neste caso é que a dúvida dele, não é só dele, mas da maioria das pessoas.

Quando vemos um casal gay, nosso cérebro esta tão acostumado a ver um homem e uma mulher que, quando vemos dois homens juntos, imaginamos que um dos dois desempenhe o papel feminino em tudo, inclusive na cama (sendo passivo – sendo penetrado).

E isso nem sempre acontece. Claro que existem casais gays que, na cama, um dos dois prefere ser somente passivo e o outro apenas ativo (aquele que penetra). Outros, não existem preferências rígidas e tudo vai depender do prazer de cada um naquele momento. Sem falar nos casos em que a penetração nem acontece.

Mesmo assim, a curiosidade do que um casal gay faz na cama, até mesmo por outros gays, é absurdamente grande graças a sociedade machista no qual estamos inseridos. Aquele pensamento em que um homem, para ser homem, jamais poderá ser dominado (penetrado) por outro homem. Ser dominado é algo exclusivo das mulheres, pois elas, no pensamento machista, são inferiores e devem ser submissas ao homem. Um homem ser dominado por outro homem, sexualmente, é inadmissível.

Claro que a dinâmica psíquica do machismo é muito mais complexa que o breve relato acima. Por este motivo um dos capítulos do meu livro O ARMÁRIO é dedicado a este importante tema. Tendo acesso a ele, as pessoas, principalmente os homossexuais, podem ter uma idéia exata da onde vem o preconceito contra gays, contra os passivos, drag queens, transexuais, travestis e até mesmo contra as próprias mulheres, pois até elas, sofrem e reproduzem o pensamento machista.

Sem falar que, aliado ao machismo, encontramos diversas personalidades incompletas que precisam “cuidar” da “vida alheia” para que, de alguma forma, se sintam completas. É o que chamamos de fofoca ou “cuidar da vida dos outros”. E não são poucas pessoas que fazem isso.

Claro que eu gostaria que as coisas fossem diferentes. Que cada um pudesse beijar, transar, “meter”, “dar” ou “comer” do jeito que quisesse. Sem os outros se intrometerem tanto. Porém, não tem jeito, nossa sociedade é do jeito que é e não temos como mudar isso.

O que precisamos fazer, e isso é uma opinião minha, é estarmos muito bem resolvidos com a nossa sexualidade (poucos são bem resolvidos!) e com as nossas preferências sexuais (passivo, ativo, versátil, etc) para que, se nos perguntarem sobre elas nós possamos, NATURALMENTE e SEM CONSTRAGIMENTOS, sanar todas as dúvidas. E, obviamente, sem achar que este tipo de pergunta “é o fim do mundo” ou uma invasão brusca da intimidade (lembre-se que os heterossexuais falam de suas intimidades sem nenhum tipo de constrangimento). Afinal, isso tudo é só sexualidade humana. Algo instintivo que possuímos e que não podemos negar, apenas compartilhar, de alguma forma.

Fabrício Viana

Fabrício Viana é bacharel em Psicologia, gay assumido e autor do livro que fala sobre a homossexualidade (erroneamente citado na mídia de homossexualismo) chamado “O Armário – Vida e Pensamento do Desejo Proibido” – Site do livro: www.oarmario.com

 

Literatura LGBT


Livro de contos eróticos gays com sexo entre homens

24 mai

Procurando um livro de contos eróticos gays com sexo entre homens? Orgias gays? Sexo bareback, pissing e outras perversões? Leia Ursos Perversos de Fabrício Viana.

O livro, lançado em 2014, conta com 14 contos eróticos diagramados em 120 páginas de puro prazer, erotismo e imaginação. São contos com personagens ursos, os famosos bears que, dentro da comunidade homossexual, representam os caras grandes, parrudos, fortes, peludos ou barbudos. Eles podem ter todas essas características ou apenas algumas delas.

Para facilitar o conhecimento sobre sua nova obra literária, Fabrício Viana gravou um vídeo onde fala sobre o seu livro de contos eróticos gays e também sobre seus amigos escritores que convidou para participar desta coletânea.

Mas se você quiser, poderá baixar uma versão de “degustação parruda” e ler dois contos: “O mecânico parrudo” (até mulheres casadas amam este conto!) e o “Meus dois ursos” (onde Viana, dentro da ficção, recomenda outras leituras).

Para ler a versão de “degustação parruda” do livro:
www.homossexualidade.net/UrsosPerversos-FabricioViana.pdf

Para comprar a versão impressa:
www.editoraorgastica.com

Para comprar a versão impressa no site do autor:
www.fabricioviana.com/livros

Para curtir a fanpage do livro no Facebook:
www.facebook.com/ursosperversos

Adicione Ursos Perversos a sua estante do Skoob:
http://www.skoob.com.br/livro/374635-ursos-perversos

Para assistir ao vídeo sobre o livro (de 8 minutos):

 

Literatura LGBT


Bem-te-vi, livro infantojuvenil sobre a homossexualidade, de Marli Porto

23 mai

Bem-te-vi é um retrato apaixonante da vida de um garoto que se descobre diferente dos demais durante sua vida escolar e, para complicar, começa a gostar de um menino que estuda em outra sala. É recomendado para jovens, pais, educadores e todos aqueles que pretendem acompanhar de perto os desprazeres da rejeição, das dúvidas sobre quem somos, do bullying, da necessidade de ser amado pelos pais e, quem sabe, da descoberta de um amor impossível.

Com a capa de Carmen Thiago, ilustrações de Hokin Bear e editado pela Editora Orgástica, Bem-te-vi não só deve agradar a todos os públicos, como deve tornar-se, em pouco tempo, uma referência para o aprendizado e a tolerância à diversidade humana. E quem ganha somos nós, que lutamos, todos os dias, por uma sociedade melhor para todos. Uma sociedade que respeite o outro independentemente de sua orientação sexual.

A obra tem apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria de Estado da Cultura e da Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo – Programa de Ação Cultural – 2013.

Sobre a autora:

marliporto-escritoraVencedora de vários prêmios literários, Marli Porto – que até então não tinha ligação alguma com esse público – lançou em 2003 o livro Uma luz para Davi, um romance envolvendo dois seres humanos que, “quase por acaso”, são homens. Marli sempre deixou claro que para o amor não existem barreiras. Após o sucesso do primeiro livro, a escritora lançou, em 2012, Liberdade para Clarice, dessa vez um romance envolvendo duas mulheres. Mais uma forma de continuar mostrando ao mundo que o amor transcende qualquer forma de preconceito e discriminação. E agora, mais uma vez, ela nos surpreende com seu poder de observação e sensibilidade, e lança sua primeira obra infantojuvenil chamada brilhantemente de Bem-te-vi.

Serviço:

Noite de autógrafos do livro Bem-te-vi
30/05/2014 – das 19h as 22h – Sexta-feira
Galeria Olido em São Paulo
Avenida São João, 473 – primeiro andar
Preço sugerido R$ 27,00

Para comprar on-line:
http://editoraorgastica.com/loja

Para confirmar presença no Facebook:
https://www.facebook.com/events/881588895190475/?ref=22

 

Literatura LGBT


Escritores gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros em São Paulo

07 mai

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Nesta sexta-feira, dia 09/05, haverá um bate-papo com os 10 autores do livro Orgias Literárias da Tribo no Ponto de Leitura em São Paulo (Galeria Olido – Av. São João, 473) das 19h às 21h. O livro, que conta com poesias, crônicas e contos sobre o dia a dia, desejos e sentimentos da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) é uma coletânea organizada por Fabrício Viana que, durante 30 dias, recebeu inscrições de pessoas interessadas em participar deste projeto literário.

Apesar do polêmico nome, a obra não é erótica. Alguns textos nos fazem chorar, outros refletir, rir ou mesmo conhecer universos que muitos não fazem ideia, como a luta pela autenticidade de pessoas trans. Essa diversidade de textos, visões e autores, transformam a obra em uma verdadeira orgia, uma orgia literária. Pois o prazer em participar, ler e desbravar seu conteúdo é muito grande.”, explica Viana.

livro-orgiasliterariasdatriboUm dos autores selecionados, Heller de Paula, afirma “Ver o livro impresso com meu nome e meu texto, principalmente sabendo do seu grande alcance a partir dali, me deixou imensamente orgulhoso. Sem falar que estou em um projeto com o Fabrício Viana, o primeiro escritor do universo LGBT que li na minha vida. Eu realmente não imaginava.”. Já Karina Dias, que também faz parte da seleção e já tem 3 livros publicados, diz “Orgias Literárias da Tribo é uma coletânea fantástica que abarca histórias de lésbicas, gays, bissexuais e trans em uma verdadeira miscelânea contra o preconceito.”. Outro autor, Caio Gomez, após o lançamento do livro diz “Não tenho palavras para descrever como me sinto diante de tanto carinho que venho recebendo. Pessoas de todo tipo falando que se comoveram com o que escrevi. Sinceramente eu não esperava por isso. Estou extremamente lisonjeado!”. Depoimentos dos outros autores serão publicados em breve no website do projeto.

O bate-papo na Galeria Olido tem duração de duas horas e será uma ótima oportunidade para que leitores, escritores e interessados na literatura possam se conhecer, falar de seus textos, sobre as perspectivas e anseios dessa arte e cultura voltadas para a diversidade sexual.

A obra conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Secretaria de Estado da Cultura e da Coordenação de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo – Programa de Ação Cultural – 2013. Os autores que fazem parte desta coletânea são Caio Gomez, Evertton Henrique, Heller de Paula, Karina Dias, Laris Neal, Marina Rodrigues, Meggie M., Oliver Lebruter, Paula Guedes e Raphael Pagotto. Viana também convidou seu amigo blogueiro Ben Oliveira.

Participem! Evento gratuito.

Serviço:

Conversa literária LGBT em São Paulo
Dia 09/05, sexta-feira, das 19h as 21h
Livro Orgias Literárias da Tribo – Nossos dia a dia, desejos e sentimentos
Local: Ponto de Leitura – Galeria Olido – Avenida São João, 473. São Paulo / SP
Para comprar o livro on-line: www.editoraorgastica.com ou www.fabricioviana.com/livros

Para os interessados, os livros O Armário, Ursos Perversos, Orgias Literárias da Tribo ou As Rosas e a Revolução, poderão ser adquiridos diretamente com seus autores antes ou após o evento

 

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