Entre as várias coisas absurdas que se escuta por ai, pricipalmente reproduzidas por acadêmicos das mais variadas disciplinas quando estudam a homossexualidade, é que ela é gerada por que o homossexual masculino não teve um pai presente durante toda a sua vida. Isto é, ele não teve um “modelo masculino” para se espelhar e por isso gerou uma identidade masculina fragilizada (quando na verdade o próprio masculino é fragilizado – quem puder leia mais no livro Seis Balas Num Buraco Só, a Crise do Masculino do amigo e escritor João Silvério Trevisan).

Mito do Pai Ausente na Homossexualidade
Mas, continuando, essa idéia é embasada também em psicanalistas (antigos, ortodoxos e preconceituosos) que, sem saber exatamente o que estavam estudando, “davam tiro para tudo quanto é lado” para explicar as “origens” da homossexualidade..
E rebater isso é muito fácil. Eu, por exemplo, conheço inúmeros heterossexuais convictos (aqueles que jamais ficariam com um homem, nem para experimentar) e que tiveram um pai ausente durante toda a sua vida e nem por isso se tornaram homossexuais ou tem desejos homossexuais.
Passou da hora da população entender, até mesmo a comunidade científica, que nem todo estudo ou área do conhecimento é correto ou fidedigno frente a realidade do dia-dia. Lembrem-se que, no passado, a masturbação era considerada a causa principal da eplepsia e que livros médicos (escritos para outros médicos) enfatizavam isso.
Portanto minha gente, muito do que se fala da homossexualidade por ai, na maioria das vezes é, realmente, de forma deturpada, esteriotipada e preconceituosa. Até mesmo em estudos. Precisamos sempre ficar de olho, em tudo e em todos.






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