Homossexualidade

  • 31ago
    Gay - Homossexualidade Masculina, Livros GLS, Mitos da Homossexualidade, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A quantidade de psicólogos e psicólogas preocupados com as questões da homossexualidade tem sido cada vez maiores. Desde o lançamento da 3ª edição do meu livro http://oarmario.com, tenho recebido diversas mensagens parecidas com as da imagem acima. O que me chama mais a atenção é que muitos deles não são homossexuais, mas querem “entender” como “tudo funciona” justamente para prestar um atendimento de maior qualidade e eficácia. Isso me deixa extremamente feliz sendo que uma das críticas no meu livro é justamente esta: muitos psicólogos não entendem nada de sexualidade humana, muito menos sobre a homossexualidade. Parabéns para ela e para todos os colegas da profissão.


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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  • 26ago
    Diversidade GLS, Eventos LGBT, Gay - Homossexualidade Masculina, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Em cartaz até 25 de Setembro no STUDIO 184, em São Paulo, a peça Alexandre e Heféstion de Edu Rodrigues.

    Alexandre, o maior conquistador de todos os tempos nunca foi derrotado, a não ser pelas coxas de Heféstion.
    Alexandre e Heféstion são homens. Dois homens que se amam profundamente. Um amor tão puro que não mancha a valentia e a virilidade de grande rei e guerreiro de Alexandre.
    Como uma réplica do amor vivido pelo herói Aquiles e seu companheiro Pátroclo, Alexandre e Heféstion vivem uma relação pura, plena e poética.
    Beijos, abraços e sexo, são manifestações do desejo, mas estão longe de poder representar o amor vivido por esses dois grandes guerreiros.
    Eles cultivam um amor que vai além de qualquer desejo conhecido.
    Semeam a cumplicidade, a intimidade, o discernimento e a sensibilidade.
    Alexandre e Heféstion travaram longas batalhas, mas não permitiram que a distância e o desejo fossem o motor que move a sua história. E alimentaram a cada dia este sentimento.
    Alexandre pode, em alguns momentos, ser destemido, corajoso, impulsivo, violento, o maior de todos os conquistadores.
    Mas é acima de tudo humano e para ser assim manteve o amor próximo de seus olhos. E se deixou regular por ele, e foi nele que se refugiou quando precisou de segurança.
    Mas como todo amor passa por provações e dificuldades, aqui ela se apresenta na figura de Roxana, esposa de Alexandre, uma mulher destemida e corajosa que enfrenta o poder de seu rei para separá-lo de seu grande amor.
    Roxana é forte e decidida e para colocar um fim nesse amor de infância lança mão de uma vingança contra Heféstion e dá à história um fim trágico, mas que só reforça e comprova a força e pureza desse sentimento.
    Alexandre e Heféstion é uma história de amor. Sem sexo, raça, cor, barreiras, é apenas o amor representado em sua forma mais sublime.

    Serviço:

    Alexandre e Heféstion
    Em cartaz até 25 de Sembro
    STUDIO 184
    Praça Roosevelt, 184 – São Paulo / SP
    Sábados as 21hs

    =============================================================

    PARTICIPE!

    Quer ganhar um par de convites VIP para prestigiar a peça em 04/09/2010?

    Visiste http://fabricioviana.com/teatro-homoerotico-alexandre-e-hefestion e participe!


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  • 12mai

    paradagay-jacarei

    Jacareí, cidade vizinha e três vezes menor que São José dos Campos, vai realizar sua primeira Parada LGBT. Será a primeira a ocorrer na região do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira. Para incentivar a iniciativa, a APOGLBT vai dedicar um trio elétrico aos militantes jacareienses na 14a. Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. O objetivo é estimular a realização de novas paradas pelo país.

    “Queremos incentivar que todas as cidades brasileiras façam a sua primeira parada”, explica Manoel Zanini, coordenador geral do 14o. Mês do Orgulho LGBT de São Paulo. Segundo ele, para o próximo ano, as cidades iniciantes de todo o Brasil poderão se inscrever para o trio de homenagem.

    Em 2010, já são mais de cem paradas agendadas, sendo que Jacareí representará a nervosa primeira vez de cidades tão diferentes quanto Governador Valadares (MG), Vitória da Conquista (BA), Macaíba (RN), Magé (RJ), Rio Branco (AC), Mosqueiro (PA), Rio Verde (GO), Casimiro de Abreu (RJ), São Pedro da Aldeia (RJ) e Arraial do Cabo (RJ).

    Poder da visibilidade

    Luiz André Moresi, presidente da Ong Revida, achou “fantástico” o estímulo da APOGLBT, pela oportunidade de divulgação a um grande público da iniciativa de Jacareí, e, assim, estimular outras cidades a organizarem a sua parada.
    “Resolvemos fazer a parada, porque consideramos fundamental para dar visibilidade ao movimento e lutar por direitos na cidade”, justifica Moresi, que se orgulha de poder dar o exemplo para outras cidades da região como a rica e “sem parada” São José dos Campos. Os joseenses vão se deslocar para a pequena vizinha no dia 27 de junho.

    Ele conta, também, que Jacareí está crescendo e tem ambições cosmopolitas. Por isso, a parada vai provocar os moradores com o tema: “Jacareí contra a homofobia: cidade moderna é cidade sem preconceito”.

    Jacareí é parte do conhecido “eixo religioso” paulista, que inclui cidades como Aparecida e Guaratinguetá, mas a parada terá o apoio institucional da Prefeitura com eventos culturais, infraestrutura e segurança. Jacareí, com seus pouco mais de 200 mil habitantes, espera reunir dez mil participantes, com um trio, drag queens e casas noturnas, além de realizar diversas atividades diferentes durante uma semana, como debates e exibição de filmes.

    Contatos para entrevista:

    Leandro Rodrigues,
    Assessor de imprensa APOGLBT:
    leandrorodrigues@paradasp.org.br
    (11) 9790-8538

    Manoel Zanini,
    Coordenador geral do 14º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo:
    (11) 3362-8266

    Luiz André Moresi,
    Presidente da ONG Revida:
    revida.org
    (12) 9757-0686
    (12) 3354-9800


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  • 12mai

    feiraculturalglbt-paradasp

    Estão abertas as inscrições para expositores interessados em participar da 10ª edição da Feira Cultural LGBT – atividade integrante do 14º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo – que ocorre em 03 de junho no Vale do Anhangabaú. São, ao todo, 73 tendas disponíveis para venda de produtos dos mais variados segmentos e o cadastro segue até o dia 23 de maio.

    Neste ano, a Feira Cultural abre oficialmente a programação do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, que se estende até o dia 28 de junho. Dentre as diversas atrações que a Feira abriga estão as tendas de comércio, sendo 20 de alimentação e 53 de produtos em geral, como moda, assessórios, perfumes, artes plásticas, decoração, literatura, CDs e DVDs, artigos esotéricos etc.

    Expositores e comerciantes interessados devem entrar em contato com Débora Carraro pelo e-mail feiraculturallgbt@yahoo.com.br ou pelos telefones (11) 7143-6041 e (11) 6505-3244 até o dia 23 de maio.

    Sobre a Feira Cultural LGBT

    Há 10 anos, tradicionalmente a Feira Cultural LGBT antecede a Parada do Orgulho recebendo cerca de 200 mil pessoas, oferecendo informação e entretenimento gratuitamente.

    Além das tendas de comercio, ONGs e entidades de cunho social também estão representadas, prestando serviços e apresentando seus trabalhos. Há ainda tendas especiais onde são oferecidas oficinas culturais, de prevenção, cidadania e direitos.

    Ocupando toda a extensão do Vale do Anhangabaú, neste ano a Feira conta com um grande palco – para apresentações de música, performances e artistas da cena LGBT – e uma pista coberta onde os principais DJs da noite de São Paulo se revezam nas pickups.

    A 10ª Feira Cultural LGBT ocorre em 03 de junho (feriado de Corpus Christie), das 10h às 22h. Para conferir a programação completa do 14º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, cujo tema é “Vote contra a homofobia: defenda a cidadania!”, acesse o site www.paradasp.org.br.


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  • 10mai

    revistaveja-Ser-jovem-e-gay-A-vida-sem-dramasPelo jeito já virei referência quando o assunto é “saída do armário” e suas derivações. Quando a matéria da Veja saiu “Ser jovem e gay – A vida sem dramas” (leia aqui) meu twitter lotou de mensagens citando @fabricioviana para que eu desse uma lida.

    Antes, eu tinha lido uma nota do blog do André Fischer (leia aqui) e também um artigo do Marcelo Hailer (leia aqui)  algumas críticas sobre a matéria. Concordo com os dois em algumas partes. Afinal, também achei a matéria super positiva mas um pouco distante da realidade de grande maioria! Quando estudantes (geralmente de jornalismo) entram em contato comigo o assunto deles, antes mesmo de eu falar algo, sempre gira em torno do tema: “o preconceito não mais existe“, “hoje está todo mundo se assumindo“, “as coisas estão bem melhores do que antes“, “o mundo é outro“, e bla bla bla. Até eu me assusto. A impressão que dá é a de que, mesmo jornalistas formados e trabalhando em conhecidos veículos, quando aparece a pauta sobre a homossexualidade, eles começam a visitar vários sites, blogs e matérias na Internet, pegam um coisa aqui, outra ali e pronto: A VIDA É BELA E MARAVILHOSA! Todo mundo se assumindo, todo mundo mostrando a cara e por ai vai. Como o Hailer disse no texto dele, um adolescente de 14 anos se matou durante uma das matérias do Profissão Repórter no ano passado. Ele era gay e afeminado.

    O que eu sempre digo é que as coisas mudaram mas não estão nem próximos do ideal. E por isso que os jovens não estão nem ai para a militância na parada gay, eles não tem nem ideia – e nem conhecimento intelectual – da sociedade como um todo. Como um antigo artigo do Gui Tronolone, a parada gay traz milhões a rua. Mas são milhões de “alienados” como a maioria da população. Logo, a matéria da Silvia Rogar e do Marcelo Bortoloti esta ótima em termos de visibilidade e positivismo (e é raro encontrarmos matérias assim, “positivas”). Mas isso ocorre a uma parcela pequena da população (e, geralmente, em grandes metrópoles).  Tanto que, dos 1.000 livros vendidos pelo site www.oarmario.com (meu livro sobre a homossexualidade e “saída do armário”), eu me recordo de apenas de dois ou três comentários positivos deixados no formulário de pedido. A maioria, esmagadora, eram de histórias sobre os dramas da vida homossexual! E de situações “dentro do armário“.

    Alias, eu achava que todos que lessem meu livro iriam optar por uma vida mais “liberta”, se assumindo e vivendo 100% seus desejos e aspirações pessoais (lá eu não digo para se assumir ou não, mas mostro o “melhor caminho” com seus espinhos e flores). Mas nem assim esse lance de se assumir acontece com todos! E, claro, tem explicação: como eu disse a um paciente na época da faculdade (hoje eu não tenho consultório, trabalho na área de TI), não adianta nada você ter conhecimento intelectualizado sobre a neurose, conflitos internos, etc, pois SÓ isso não resolve! O lance é EMOCIONAL. Você com você mesmo! Um nó afetivo, por exemplo, só será desfeito após uma explosão emocional repentina e espontânea. Ou você consegue isso sozinho (praticamente impossível) ou com a ajuda de um terapeuta (por isso eles existem!).

    Então, mais uma vez, o lance de se assumir relatado na revista Veja é ótimo mas esta bem distante da realidade de muitos! Suspeito, inclusive, que os personagens foram escolhidos a dedo. Mas enfim, vou ficar apenas com a imagem positiva que a matéria nos mostra. Mesmo porque, e me lembrei agora, daquele pai que deu uma arma para o filho (na Bahia) e disse: ou você vira homem, ou você se mata!

    Sim, ainda temos muuuuuuuuuuuuito disso. Infelizmente.

    Abs,
    Fabrício

    Ps: aproveitando o post e a referência do assunto (risos), coloquei – finalmente – os vídeos dos programas de TV (Ana Maria Braga, Mulheres Dez, Fantástico, Manhã Gazeta, etc) que fui falar sobre a homossexualidade e saida do armário no meu site pessoal, o link direto da página de vídeos é: http://fabricioviana.com/videos/


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  • 04mai

    marcha-contra-preconceito-lgbt

    A Direção da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais -ABGLT, reunida em 02 de março de 2010, resolveu convocar todas as pessoas ativistas de suas 237 organizações afiliadas, assim como organizações e pessoas aliadas, para a I Marcha Nacional contra a Homofobia, vinda de todas as 27 unidades da federação, tendo como destino a cidade de Brasília.

    No dia 19 de maio de 2010, será realizado o 1º Grito Nacional pela Cidadania LGBT e Contra a Homofobia, com concentração às 9 Horas, no gramado da Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral metropolitana de Brasília.

    Em 17 de maio é comemorado em todo o mundo o Dia Mundial contra a Homofobia (ódio, agressão, violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT). A data é uma vitória do Movimento que conseguiu retirar a homossexualidade da classificação internacional de doenças da Organização Mundial de Saúde, em 17 de maio de 1990.

    No Brasil, todos os dias, 20 milhões de brasileiras e brasileiros assumidamente lésbicas, gays, bissexuais, travestis ou transexuais -LGBT têm violados os seus direitos humanos, civis , econômicos, sociais e políticos. “Religiosos” fundamentalistas, utilizam-se dos Meios de Comunicação públicos, das Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Câmara Federal e Senado para pregar o ódio aos cidadãos e cidadãs LGBT e impedir que o artigo 5º da Constituição federal (“todos são iguais perante a lei”) seja estendido aos milhões de LGBT do Brasil.

    Sem nenhum respeito ao Estado Laico, os fundamentalistas religiosos utilizam-se de recursos e espaços públicos (escolas, unidades de saúde, secretarias de governo, praças e avenidas públicas, auditórios do legislativo, executivo e judiciário) para humilhar, atacar, e pregar todo seu ódio contra cidadãos e cidadãs LGBT.

    Participe!

    1ª MARCHA NACIONAL CONTRA A HOMFOBIA
    Data: 19 de maio de 2010
    Horário: às 9 Horas
    Local: no gramado da Esplanada dos Ministérios, em frente à Catedral metropolitana de Brasília.


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  • 03abr

    fetiche_homensdecalcinhaNesta segunda-feira, 05/04, vai rolar debate gratuito em São Paulo sobre homens que usam calcinha, crosdressers (geralmente héteros que gostam de se vestir de mulher) e demais inversões sexuais (pois é, são vários os fetiches e várias as “possibilidades da sexualidade humana”). E se você curte ou não, não importa, o lance – SEMPRE – é abrir a mente e “compreender/respeitar” a diversida e seus desejos “mais profundos”. Como disse o amigo e jornalista João Marinho, faz tempo que em sexy shops cuecas são vendidas para as mulheres (fetiche muitas vezes hétero), agora chegou a vez de falar sobre os “homens de calcinha“…

    Para quem se interessar, segue o release:

    Introdução:

    O Entre Homens de Páscoa discute, no próximo dia 05/04/2010, o tema:

    Papéis invertidos: homens que transcendem os gêneros:
    > O simbólico feminino: o significado de uma roupa de mulher em um corpo másculo – ou nem tanto;
    > As categorias: crossdressers, homens de calcinha, fetichistas, dominadores e submissos e outros tipos;
    > Identidades de gênero: as transformações da renda e da seda sobre o eu – ou não;
    > Os fãs: aqueles e aquelas que não resistem a um homem de lingerie;
    > Comportamento sexual: até onde vai, durante a relação, o processo de “encarnação” do sexo oposto.

    Com a presença de homens descolados em baby-dolls e inversões!

    Quando?

    Segunda-feira, 05/04/10, 19h30

    Onde?
    UP Grade Club.
    Rua Santa Isabel, 198 – São Paulo, SP, perto do Metrô República.
    Travessa da Amaral Gurgel, uma depois da Marquês de Itu.
    Telefone: (11) 3337-2028. Mapa e mais sobre o clube: www.upgradeclub.com.br
    * tocar a campainha para entrar | o bar estará aberto para os presentes

    Quem?
    Homens e mulheres de todas as orientações, preferências, identidades – e roupas!

    Sobre o Entre Homens:
    Gerenciado por Murilo Sarno, o Projeto Entre Homens visa refletir, numa roda de conversa livre e espontânea, temas relacionados ao universo gay masculino.

    Contato para a imprensa:
    João Marinho – MTB 42048/SP
    Tels.: +55 11 9775-8893, 3217-2640
    jm@joaomarinho.jor.br


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  • 29mar

    rickymarting_gay_homossexual

    Ricky Martin, cantor mundialmente famoso, decide sair do armário e se assume publicamente como homem homossexual.

    Em seu blog, Ricky Marting diz “Tenho orgulho de dizer que sou um felizardo homem homossexual. Sou muito abençoado em ser o que sou“.

    Segundo consta, o cantor só resolveu se assumir pois começou a escrever sua biografia e não iria se sentir bem escondendo tal segredo de seu público. “Muita gente já me disse que ‘não é importante’, ‘não vale a pena’, ‘o seu trabalho desses anos todos vai por água abaixo’ (…). Foram pessoas que eu amo muito que me disseram isso, e por isso decidi viver a minha vida sem contar toda a verdade”, explica o cantor.

    Ricky Marting é pai de dois filhos (por insiminação artificial) e, aos 38 anos, sai finalmente do armário. Que este ato seja um incentivo para tantos outros que estão ai, vivendo uma vida dupla e infelizes por esconder algo que nunca deveria ser escondido. Parabéns Ricky Martin!


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  • 22mar
    Eventos LGBT, Mitos da Homossexualidade, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    prostituicao_masculina_saopaulo

    O Espaço Entre Homens discute, no próximo dia 22/03/2010, o tema: PROGRAMA LEGAL? A PROSTITUIÇÃO MASCULINA EM SAMPA

    > Por que um garoto vira michê?
    > A profissão é de “vida fácil”?
    > O que buscam os clientes
    > Os riscos de se contratar um scort
    > Preconceito, homofobia e violência
    > Histórias curiosas
    > Saúde e sexualidade
    > Locais de trabalho: ruas, cinemas, saunas… e muito mais!

    Tire todas as suas dúvidas e debata, sem medo, sem segredos e sem vergonha!

    QUANDO
    Segunda-feira, 22/03/10, 19h00

    ONDE
    UpGrade Club
    Rua Santa Isabel, 198 – São Paulo, SP, perto do Metrô República.
    Travessa da Amaral Gurgel, uma depois da Marquês de Itu
    Telefone: (11) 3337-2028
    * tocar a campainha para entrar | o bar estará aberto para os presentes

    QUEM
    Gays, bissexuais, travestis, transexuais, HSH, lésbicas, heterossexuais: todos e todas que contratam – ou não – os serviços de garotos de programa.

    Sobre o Entre Homens
    Gerenciado por Murilo Sarno, o Espaço Entre Homens visa a refletir, numa roda de conversa livre e espontânea, temas relacionados ao universo gay masculino.


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  • 02mar

    A Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), com intuito de defender e combater a discriminação e os preconceitos enfrentados por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, fechou parceria inédita com o escritório Lessi e Advogados Associados. O acordo visa atender mensalmente de forma gratuita os associados da APOGLBT e demais pessoas que procuram pelos serviços da entidade. A iniciativa partiu do presidente do escritório, Dr. Pedro Lessi, que representa vários casos de discriminação por orientação sexual.

    O Dr. Lessi explica que a “parceria representa para a sociedade que o respeito à orientação sexual é um direito fundamental e uma garantia individual do ser humano”. A partir de agora, desde questões contratuais menores, como desrespeito ao uso da logomarca da APOGLBT, até questões de repercussão nacional, como ofensas públicas à população LGBT, poderão ser objeto de representação jurídica.

    Para o presidente da APOGLBT, Alexandre Santos, o Xande, “esta parceria abre a possibilidade dos LGBT terem acesso à Justiça, pois o escritório vai atender a todas as ações que a Associação precisa a favor dessa comunidade”, e ressalta a importância do público LGBT poder reagir às ofensas diárias de apresentadores de TV, programas humorísticos de mau gosto ou religiosos que abrem campanhas de ataques ou ridicularizam nos meios de comunicação.

    Já o tesoureiro da entidade, Manoel Zanini, reflete que por falta de ação nessa área o movimento LGBT e a Associação perdem oportunidades jurídicas importantes. “Com essa parceria os militantes e parceiros saberão que terão segurança para enfrentar qualquer espécie de discriminação perante a sociedade e os órgãos públicos”, conclui.

    Dr. Lessi avalia ainda que a iniciativa é muito mais que uma parceria é criar jurisprudência (um conjunto das decisões legais) no segmento LGBT. “Hoje a população LGBT tem bastante visibilidade, mas poucas conquistas efetivas de direitos. Essa é uma oportunidade de mudar a história”, conclui o advogado.

    Para mais informações sobre como obter assistência ou orientação jurídica em casos de homofobia ou negligência aos direitos constitucionais e civis, contate a APOGLBT pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br ou pelo telefone (11) 3362-8266.

    Informações para a imprensa:

    Assessoria de Imprensa APOGLBT
    Cezar Xavier: (11) 9963-1528 | assessoria.imprensa@paradasp.org.br
    Leandro Rodrigues: (11) 9790-8538 | leandrorodrigues@paradasp.org.br

    Assessoria de Imprensa Lessi Advogados
    Fones: (11) 3259-5333 / 3129-7254
    Gisele Rosa (11) 8121-5265 | jornalismo.gisele@hotmail.com / gisele.rosa@lessi.adv.br
    Ricardo Cazarino (11) 9350-3333 | ricardo.cazarino@lessi.adv.br
    Débora da Matta (11) 8246-3595 | debora.damata@lessi.adv.br
    Letícia Lessi (11) 9140-7050 | lessi.ledrummond@lessi.adv.br


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  • 20fev

    apoglbtNo mês de fevereiro, a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT) completa 11 anos de existência. A entidade, que inicialmente foi criada para organizar a maior manifestação de cunho sócio-politico-cultural da história do Brasil, atualmente acumula projetos e serviços gratuitos prestados à comunidade a fim de reduzir a vulnerabilidade da população LGBT em relação à discriminação, à violência homofóbica, às DST/Aids, à negação de direitos constitucionais e afetivos e à falta de informação. Por se tratar de uma organização não-governamental sem fins lucrativos, a APOGLBT necessita da cooperação do governo, de empresas privadas e da sociedade civil para prosseguir com seus trabalhos.

    Num gesto simbólico, o coordenador geral do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, Manoel Zanini, presenteou a Associação em seu aniversário com uma doação de R$ 378,04 (trezentos e setenta e oito reais e quatro centavos) em moedas acumuladas durante um ano. “Juntando pequenos valores dia-a-dia, pode significar, por exemplo, cinco ou seis banners de campanha a mais na Avenida Paulista, durante a Parada” diz Zanini, que com o ato pretende incentivar a participação da comunidade nos projetos da APOGLBT.

    A Associação não possui nenhuma forma de arrecadação de verba que não seja através de doação, pois todas as atividades e serviços que presta são gratuitos. Além de quantias em espécie, qualquer pessoa pode doar materiais para escritórios, móveis e aparelhos eletrônicos usados, livros e DVDs. Outra forma de colaborar com o trabalho da APOGLBT é tornado-se voluntario para a organização do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.

    A serviço da população LGBT

    O Mês do Orgulho LGBT de São Paulo é um símbolo de como o trabalho da APOGLBT vem se multiplicado. O conjunto anual de atividades, que tem como ápice a Parada do Orgulho LGBT, reúne atualmente um vasto ciclo de debates, o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, a Feira Cultural LGBT e o Gay Day no Playcenter, além ampliar a discussão acerca da diversidade sexual, movimentar toda a cidade de São Paulo para a auto-estima dos cidadãos LGBT e incentivar ações semelhantes pelos rincões do país.

    Durante o ano, a APOGLBT mantém-se como voz ativa da comunidade LGBT, intermediando suas demandas junto às administrações públicas, participando de congressos e fóruns sobre direitos humanos, apoiando e participando de outras manifestações sociais e realizando campanhas de prevenção às DST/Aids. Em sua sede, acolhe vítimas de violência, presta atendimento jurídico e psicológico, mantém grupos de discussão temáticos que servem como rede de apoio entre os participantes e assessora casais homoafetivos no processo de registro de uniões estáveis.

    Ao longo de sua trajetória, a Associação constitui-se como uma das mais importantes representações do movimento LGBT no país, sendo reconhecida internacionalmente por seu trabalho. Em 2009, foi duplamente homenageada pela Presidência da República – através da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e pelo Ministério da Cultura – como a entidade que mais defendeu os direitos humanos e pelas ações realizadas durante o Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.

    Para doar qualquer quantia, basta fazê-lo diretamente na sede da APOGLBT, localizada na Praça da República, nº 386, cj. 22, ou através de depósito bancário no banco Bradesco, Agência 3057, C/C 63330-5. Para mais informações sobre como realizar outros tipos de doações ou se voluntariar na APOGLBT, entre em contato através do telefone (11) 3362-8266, pelo e-mail paradasp@paradasp.org.br, ou acesse www.paradasp.org.br.


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  • 08jun
    Eventos LGBT, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    São Paulo – Em paralelo à semana da parada do Orgulho GLBT, a Livraria Cultura preparou uma agenda de palestras, exibições audiovisuais e sessões de leituras que abordam a questão da diversidade sexual.

    Dia 10 de junho, às 18horas, será realizado o evento Homocultura no Século 21: identidades e representação, apresentado pelo ator Lucas Sancho e com cenografia do artista plástico Vitor Mizael, que pendurará no Teatro Eva Herz camisas com braços alongados por cerca de seis metros, em menção à ideia do entrelaçamento entre iguais. Durante o evento, ele criará uma grande tela, inspirada nos temas debatidos ao longo da noite.

    No dia 12 de junho, às 18 horas, será realizado um bate-papo com Gilles Wullus, diretor de redação da publicação gay francesa Têtu, a maior revista do mundo de língua não inglesa com tiragem de 120 mil exemplares. Na conversa, com mediação de André Fischer, Gilles vai falar sobre publicações gays segmentadas. O bate-papo será em inglês (sem tradução).

    Confira a programação completa do Festival Homocultura no Século 21:

    18 horas – Apresentação de vídeos
    Exibição das animações A Descoberta de Luke, de Alan Nóbrega, mais votado pelo público da 16ª edição do Festival Mix Brasil, em Brasília (2008), e Homo Erectus, de Rodrigo Burdman, com texto de Marcelino Freire e narração de Paulo César Pereio, e do vídeo Antonio Marcos – Victória Principal, dirigido por Wilton Garcia.

    18h30 – Debate: Identidade – Existe uma homocultura? Se não, o que estamos fazendo aqui?
    Participam da mesa Vange Leonel, colunista da Revista da Folha; Wilton Garcia, videoartista; André Fischer, diretor do Festival Mix Brasil; Felipe Greco, ficcionista e editor; e Osvaldo Grabrieli, diretor teatral. Mediação de Ferdinando Martins, professor da ECA-USP.

    19h30 – Música e leituras
    Vange Leonel canta duas músicas junto com Elisa Gargiulo, vocalista da banda de riot girls Dominatrix, Horácio Costa lerá poesias homoeróticas e Lucas Sancho dará voz a trechos do livro Relicário, escrito por Felipe Greco e Deus Sabia de Tudo… do dramaturgo Newton Moreno.

    20 horas – Debate: Representações da diversidade sexual na cultura: o que o século XXI já trouxe de novo?
    Os convidados para o bate-papo são Marcelino Freire, escritor;; Elisa Gargiulo, cantora; Horácio Costa, poeta; Claudia Wonder, performer e escritora; e José Carlos Honório, escritor e colaborador da Livraria Cultura. Mediação de Ferdinando Martins.

    21 horas – Performances e leituras de livros e peças
    A última atração é voltada à leitura de trechos de peças. O ator Lucas Sancho faz leitura de Deus sabia de tudo e não fez nada, escrita por Newton Moreno, Vitor Mizael finaliza sua obra plástica, e Osvaldo Gabrieli e Beto Firmino (XPTO) apresentam trecho de O Público, em homenagem a Garcia Lorca.

    Homocultura no Século 21: identidades e representação
    Data: 10 de junho
    Horário: a partir das 18h30
    Telefone: (11) 3170-4033
    Local: Teatro Eva Herz – Livraria Cultura Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – São Paulo/SP

    Bate-papo com Gilles Wullus, diretor de redação da revista Têtu
    Data: 12 de junho
    Horário: a partir das 18h00
    Telefone: (11) 3170-4033
    Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – São Paulo/SP


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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  • 14mai
    Gay - Homossexualidade Masculina, Vídeos GLS & LGBT - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O Fantasma Masculino – Palestra e debate com João Silvério Trevisan Café Filosófico. Neste Café Filosófico o escritor João Silvério Trevisan fala sobre o enigma do desejo. As grandes mudanças históricas estão levando o masculino a uma crise identitária e o homem se encontra diante de seus fantasmas.

    Joao Silverio Trevisan

    Joao Silverio Trevisan

    Em que termos o masculino poderá conciliar o ódio e a atração que sente por si mesmo? Que mudanças profundas serão necessárias para que o fantasma se torne apenas uma alternativa viável? A violência é uma resposta ao medo? Por que o diferente perturba tanto? Quem o agressor pretende punir, afinal?

    O Café Filosófico vai ao ar na TV Cultura às 23h e é reprisado na madrugada de segunda-feira às 3h40.

    Data: domingo, 17/05/2009
    Hora: 23:00


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  • 09abr
    Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A 9ª edição da Feira Cultural LGBT, atividade que tradicionalmente antecede a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, será realizada no Vale do Anhangabaú, em 11 de junho. A APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo), entidade responsável pela sua realização, recebeu a confirmação da Subprefeitura da Sé, que administra a região. A Associação pleiteava o local desde agosto passado, quando se iniciou o planejamento das atividades do 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.

    A confirmação do Vale do Anhangabaú para sediar a Feira Cultural neste ano animou a organização. Segundo o coordenador geral do 13º Mês do Orgulho LGBT, Manoel Zanini, “o local oferece maior conforto ao público que prestigia a Feira”. Quanto à segurança, “o Vale do Anhangabaú proporciona a centralização do público em um único local, viabilizando a otimização dos equipamentos para monitoramento do local e do efetivo para segurança do público, melhor posicionamento do palco, ponto de visão suspenso (o Viaduto do Chá), melhor possibilidade de rotas de fuga em caso de emergência e maior tempo para montagem e desmontagem do evento, tendo em vista que não há necessidade de fechamento de vias importantes”, completa o coordenador de segurança, Marco Antonio Lopes.

    “Haverá muitas novidades para Feira Cultural LGBT deste ano”, é o que promete a coordenadora artística, Laura Leiner, que pelo segundo ano consecutivo assume o cargo. Em 2008, a Feira Cultural LGBT foi realizada na Praça da República, onde reuniu aproximadamente 200 mil pessoas. No palco, atrações musicais – como duo Montage, o DJ Dolores, a cantora Bella Guima e o músico Astronauta Pingüim – shows de drag queens e esquetes teatrais garantiram o entretenimento do público, que ainda contou com cerca de 90 tendas de moda, design, cinema, arte, informação e alimentação, além de oficinas gratuitas.

    Em suas seis primeiras edições, a Feira Cultural LGBT foi realizada no Largo do Arouche, porém, em 2006, quando atingiu a marca de 100 mil participantes, o local tornou-se inviável. Foi quando, em 2007, a Feira ocorreu no Vale do Anhangabaú pela primeira vez, onde tomou proporções de festival. Já 2008, o Vale foi cedido para a realização de um evento evangélico, por isso, a Feira Cultural LGBT aconteceu na Praça da República que, apesar de menor, confirmou seu sucesso.

    A 9ª Feira Cultural LGBT é mais uma atividade do 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo com data e local confirmados. Há também o 9º Gay Day, que ocorrerá no dia 13 de junho, no Playcenter, e a 13ª Parada do Orgulho LGBT, no dia 14 de junho, pela Avenida Paulista e Rua da Consolação. O 9º Premio Cidadania em Respeito à Diversidade e o Ciclo do Debates ainda estão com as datas e os locais a serem definidos.

    Aos expositores interessados em participar da 9ª Feira Cultural LGBT, a APOGLBT disponibiliza o e-mail: feira2009@paradasp.org.br. Para mais informações sobre o 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo, que traz o tema: “Sem Homofobia, Mais Cidadania – Pela Isonomia dos Direitos!”, acesse: www.paradasp.org.br.

    Leandro Rodrigues – Imprensa.


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  • 25mar
    Eventos LGBT, Movimento Homossexual, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Nesta sexta-feira, dia 27 de março, o Dr. Jorge Eurico, Médico Infectologista e Pesquisador do IPEC – Fiocruz e HGNI, Coordenador regional da Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro (SIERJ) e Colunista exclusivo do Jornal O Sexo, estreará sua participação no Grupo Arco-Íris com uma atividade mensal de orientação a toda comunidade LGBT sobre saúde e sexualidade.

    Venha saber e perguntar tudo aquilo que você quer conhecer mais sobre sexo, e assuntos científicos e médicos relacionados ao tema, sem preconceitos!

    Grupo Arco-Iris

    Grupo Arco-Iris

    Para este mês o tema será: “Sexy toys” (Brinquedos eróticos)!

    Dia: 27 de março de 2009
    Horário: 19h30min em ponto!
    Local: Grupo Arco-Íris
    Rua Monte Alegre, 167-A, Santa Tereza
    (esta rua fica em frente ao Supermercado Mundial da Rua do Riachuelo)

    Informações:
    (21) 2222-7286 / 2215-0844
    Email: arco-iris@arco-iris.org.br

    ENCONTROS ARCO-ÍRIS
    Sexualidade, auto-estima, saúde e cidadania.
    Toda sexta-feira as 19h30min.


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  • 25mar
    Eventos LGBT, Lésbicas - Homossexualidade Feminina - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    No dia 28 de março de 2009, das 13 as 17 horas, será realizado o Seminário Intersetorial: Construindo a Visibilidade das Mulheres Lésbicas de Mato Grosso do Sul, finalizando as atividades referentes ao mês da mulher, para fortalecer e articular as relações instuticionais, objetivando assegurar a concretização da cidadania dessas mulheres. Convida-se a todos e todas, sociedade civil e poder público, para juntos discutir as especificidades dessas cidadãs e garantir sua inclusão de maneira ampla na sociedade.

    SERVIÇO:

    Construindo a Visibilidade das Mulheres Lésbicas de Mato Grosso do Sul
    Data: 28 de Março de 2009
    Local: Auditório da Casa da Cidadania. Endereço: Rua Marechal Cândido Mariano Rondon, 713.
    Informações: (67) 3324-0743 ou 3321-7343; e-mail: centrho@hotmail.com
    Importante: Certificados serão garantidos ao término do evento aos participantes que confirmarem presença com antecedência.

    PROGRAMAÇÃO:

    13h Apresentação Cultural

    13h30 Mesa de Abertura – Políticas Públicas e Visibilidade Lésbica
    •    Secretaria Especial de Direitos Humanos/SEDH – Governo Federal
    •    Secretaria de Trabalho e Assistência Social/SETAS
    •    Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres – MS/CEPPM/MS

    15h Mesa de Debates – Especificidades da Mulher Lésbica e Bissexual
    •    Andréia Torres – Cientista Social
    •    Mariney Maciel de Oliveira – Assistente Social
    •    Cristiane Duarte – Presidenta do Coletivo de Mulheres Lésbicas e Bissexuais/A Bem Mulher

    16h30 Encaminhamentos Finais

    CENTRO DE REFERÊNCIA EM DIREITOS HUMANOS DE PREVENÇÃO E COMBATE À HOMOFOBIA – MS
    Rua Marechal Rondon, Nº 713 – Centro
    CEP: 79002.200    Campo Grande MS
    Fone/Fax: 3324.0763   E-mail: centrho@hotmail.com


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  • 22mar
    Artigos & Textos, Movimento Homossexual, Pensamentos, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Estamos sempre preocupados com o outro olhar e com o olhar do outro em nossas vidas. Desde que nascemos. Isso ocorre com todo o mundo, mas, por razões óbvias, bem mais em cima das minorias discriminadas e excluídas socialmente. Dois pontos estão sempre recebendo uma maior agudez, ainda, na visão dos habitantes desta sociedade imagética: O prazer e a aparência.

    Falemos do primeiro agora: O Prazer. Depois explico como os dois andam juntinhos, que nem unha e carne, um “apoiando” o outro e completando o caminho da infelicidade e da não realização do ser humano.

    Prazer nunca foi algo bem visto dentro de uma sociedade que já nasce culpada, que se estabeleceu em cima da culpa e onde todos são pecadores. Culpado. Mas, nesse mundo, teria que ser criadas válvulas de escape para tanta dor, sofrimento e miséria, que “permitem” algumas coisinhas prazerosas, desde que dentro do padrão aceitável pelo… olhar do outro. Essa expressão pode ser ampliada pelo olhar de um grupo, tribo, povo, região, religião e etc. onde ocorre uma padronização à procura de possíveis identidades em comum. Que, se não existirem tanto assim, podem muito bem serem fingidas (ou forjadas, ou imitadas ou representadas ou ainda impostas pela educação ou por regras verbais ou não verbais). Então, permitem (Eles permitem, os outros) que você frequente a balada da moda, desde que – é claro – você use uma roupa da moda, igual a que usa a sua turma e também consuma o que eles consomem, de música à comida, incluindo aí até gostos estéticos e Desejo. Você não pode se sentir atraído por um gordo ou por um coroa. A menos que esconda o seu desejo e, junto com o esconderijo, se sinta também culpado. Então, tudo bem. Você não é um “anormal”, sua própria culpa é uma prova disso. Anormal seria não sentir culpa. E a culpa, essa nossa (ini)amiga cerceadora vai te acompanhar por toda a sua vida e vai ser muito usada pelos outros , para que você não fuja, nunca do padrão. Compreende por que o prazer é tão temido por qualquer governo, sociedade, pelos poderosos? Por que transgride e desestrutura. Então, sempre, sob inúmeras desculpas, sejam higienistas, medicinais, comportamentais, religiosas, sociais, vão controlar você. Eles, os outros.
    A aparência idem. Hoje, virou pecado (de novo ele, culpa, lembra?) mortal envelhecer. Vivemos a negação do corpo e a negação da morte. Se o envelhecimento nos lembra que, um dia, morreremos, então em nome da “boa saúde” ele deve ser combatido. Olhe ao redor e veja que cabelos brancos só existem em mulheres muito idosas, antes há a obrigação da tintura, mesmo que eles venham aos trinta anos. No Brasil, segundo país que faz mais plásticas no mundo, depois dos Estados Unidos, a mulher será olhada como uma marciana, se deixar os brancos nascerem naturalmente em sua cabeça. No mínimo, será considerada “desleixada”. Engordar também não pode. Quem engorda é por que é uma pessoa preguiçosa que come demais…segundo eles, os outros…ué, mas comida é também um prazer, não? Se não for o maior que temos, sensorialmente falando. Prazer, percebe? Idem, culpa, percebe?

    Que delícia é quando você toma um banhão e sai por aí usando sua camiseta velhérrima e furada, mas a mais confortável do guarda-roupa, junto com aquele tênis encardido de três anos atrás, que não aperta seu pé. Que delícia quando você relaxa! Mas relaxar dá prazer, você não pode perder o controle pois pode ter alguém olhando, um outro. Reparem como a moda contribuiu, ao contrário do que pensam e pregam, com a sua infelicidade, já que ajuda a estandardizar as pessoas, a colocá-las em uma forma. E forma lembra prisão; uniforme; aperto; massificação; robotização. Forma não lembra prazer. Se você se vestir de forma diferente da sua tribo, prepare-se antes para as críticas, julgamentos e para se sentir mal. Moda é uniforme disfarçado. Pode não ter o logotipo da empresa ou da repartição, mas é o melhor exemplo de como sua aparência sofre a influência do olhar do outro. E de como você é, a cada dia, menos você, sem atinar… Tudo isso é, também, dor e sofrimento. No filme de Almodovar, “Tudo sobre minha mãe”, a personagem da travesti diz algo perante uma platéia, ao receber um prêmio, que me fez pensar muito: “Para mim, felicidade é você se aproximar, cada vez mais, do que entende por autenticidade”. Acho que é por aí.

    O que mais me doeu no comercial da Doritos foi justamente a negação da singularidade de cada um, me feriu mais que a homofobia comprovada do mesmo ( você pode dividir Doritos, mas não o seu Desejo ou o seu esfincter…). O rapazinho levando um saco do salgadinho na cara por que está relaxado, feliz e distraído ( se “distrair” é prazer, não?) do olhar cerceador do outro, por que está dançando YMCA , música de grande sucesso do grupo Village People e que se tornou um referencial e um hino gay. E, além de gay, essa música é considerada “brega” pela moda atual. Alguém aí sabe me dizer o que é isso, “brega”? Eu tive uma amiga maravilhosa em minha vida que era considerada brega: peruona, 80 quilos distribuídos em fartos seios que cheiravam à talco, cabelos platinados e misturava abóbora com verde e vermelho, pulseiras enormes e batom vermelhão. Nada nela remetia ao discreto. Aliás, “discreto” é outra palavra muito usada para controlar… Essa amiga vivia rindo, feliz e indiferente às criticas e julgamentos constantes que sofreu a vida toda. Sempre estava com uma camélia no cabelo e a casa cheia de flores e bombons, que comia sem dar a mínima se engordavam ou deixavam de engordar. Cantava os homens na cara dura… foi, sem dúvida a pessoa mais divertida e deliciosa que conheci na vida. Na véspera de sua morte, no hospital, comia chocolate de uma caixa escondida – quem levou não sei…- embaixo do travesseiro e ria com as músicas do Genival Lacerda. Foi enterrada usando cílios e unhas postiças, a seu pedido. Desculpem, mas nenhuma outra pessoa “discreta” e “elegante” ou “sensata” me deu tanta definição de felicidade como ela.

    A mensagem que esse comercial passa é a mais retrógrada possível: “Não divida com os outros quem você realmente é, não seja autêntico. Não relaxe nunca. Faça apenas o que a maioria faz. Viva conforme os ditames alheios, para não “pagar mico”… Que saco, não? Que saco deve ser você ter que se vigiar 48 horas por dia só para ser aceito…

    Tive o azar de trabalhar l4 anos com publicidade, na Folha de S.Paulo e em outros lugares e agências. Publicidade nunca representou um avanço, e sim um retrocesso. Estão sempre a um passo atrás, apesar dos publicitários que trabalham com criação se julgarem os donos da Revolução. Sem avançar, compactuam com o que esta sociedade tem de pior: Ditadura da estética e o mito da juventude eterna, estimulam a selvageria do capitalismo e do consumismo desenfreado, afastam as pessoas da busca de si para apenas aparentar. E ter. Incutem objetos de desejo em quem não pode tê-los. Como o que interessa é vender, é o lucro ou o ibope de uma marca, os meios não interessam. Trabalham em cima do “mass média”, o que interessa para eles é que você nunca pense ou questione tudo isso, pois, se pensar ou questionar podem perder lucros. Mas, reconheço: Têm muito mais a ver com a sociedade imagética que aí está do que os que tentam, desesperadamente, serem autênticos. Não viverei para ver o contrário, ou seja, uma publicidade cuja mensagem fosse: “seja mais verdadeiro e honesto consigo mesmo”. Os argumentos, furadíssimos, dos que defendem o comercial, são “bom humor”; “que só queriam mostrar alguém pagando mico” ou “a maldade está na cabeça de quem assiste” ( esse é triste, tão triste que chega a ser cômico, nega o todo poder da mídia…); “demonstrar como é gostoso consumir Doritos entre amigos”… Pois é. Pouco interessa se o comercial é pouco ou muito preconceituoso. Muitas vezes a sutileza da estigmatização e as entrelinhas ferem mais que um assassinato. Eu me cansei de ser ridicularizado. E você? Qual é o seu limite? Quantas vezes já passamos por situações parecidíssimas com essa mostrada no comercial? O que eu sei, com toda a certeza, é que as pessoas seriam muito mais felizes se dançassem YMCA nas ruas, diariamente, sem levar saco de Doritos na cara. E que pudessem expressar a luz do próprio olhar, sem se preocuparem tanto com o olhar do outro.

    Por Ricardo Rocha Aguieiras ( aguieiras2007@gmail.com  )


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  • 21mar
    Eventos LGBT, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Em sua 9ª edição, o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade terá a participação do público na indicação dos premiados, sob a nova curadoria de João Silvério Trevisan. A cerimônia – que anualmente homenageia personalidades, entidades, autoridades políticas e ações culturais que valorizam a cidadania e os direitos humanos de LGBT – é promovida pela APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo) e antecederá a 13ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, em junho.

    Um prêmio como esse, que contempla as mais diversas áreas de atividades relacionadas à comunidade LGBT, precisa absolutamente da participação dessa mesma comunidade, para alavancar sua importância e lastrear o seu prestígio. Sem isso, cairia no vazio”, afirma Trevisan, que pelo primeiro ano será o curador do prêmio.

    Qualquer pessoa, de qualquer lugar do Brasil,  pode fazer quantas indicações quiser enviando um e-mail para premio@paradasp.org.br. No campo Assunto, preencha com “Indicação”, e no corpo do e-mail descreva e justifique o(a) indicado(a), dentre as seguintes categorias: Saúde, Direitos, Ação Política, ONG, Cinema Ficcional, Filme Documentário, Literatura, Artes Cênicas, Internet, Imprensa, Internacional, Memória e Especial. Indicações que não se enquadrarem às categorias preestabelecidas também serão aceitas.

    Acerca da nova curadoria, João Silvério Trevisan é dono de um currículo extenso: escritor, dramaturgo, roteirista, diretor de cinema, jornalista e tradutor, possui uma vasta obra publicada e premiada (incluído três prêmios Jabuti – por O Livro do Avesso (1992), Ana em Veneza (1994) e Troços e Destroços (1998) – e dois A.P.C.A. – por Ana em Veneza e pela tradução de Havana para um Infante Defunto, de Guillermo Cabrera Infante). É também um pioneiro na militância LGBT brasileira, fundando o Grupo SOMOS, no final da década de 70, e editando o jornal O Lampião da Esquina, primeira publicação gay no país, de 1978 a 1981. Em 2006, recebeu o título de Cidadão Paulistano, numa homenagem da Câmara Municipal. Sobre sua nova missão: “É uma difícil tarefa ser curador do Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade, pois exige atenção constante para acompanhar a produção e as atividades relacionadas aos direitos homossexuais no Brasil”, acrescenta.

    A cerimônia de premiação, ainda com data e local a serem definidos, faz parte do calendário de atividades do 13º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo. O conjunto de manifestações e eventos, cujo tema deste ano será “Sem Homofobia, Mais Cidadania – Pela Isonomia dos Direitos!”, acontecerá em junho, na capital paulista, e inclui a Parada do Orgulho LGBT, o Gay Day, a Feira Cultural LGBT e o Ciclo de Debates (confira datas e locais já confirmados em www.paradasp.org.br).

    Ontem e hoje

    O Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade surgiu em 2001, com o objetivo de lembrar e divulgar pessoas, instituições e os fatos mais significativos no cenário político, social e cultural para a comunidade LGBT, contribuindo na promoção dos direitos humanos. Promovido pela APOGLBT, seu surgimento é concomitante com o de outros dois eventos relacionados à Parada do Orgulho, o Gay Day e a Feira Cultural LGBT, o que culminou na oficialização do calendário do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo.

    Este prêmio significa, antes de tudo, o reconhecimento da atuação dos premiados como sendo de alta representatividade na vida de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. É também um importante momento de divulgação e valorização das atividades que contribuíram com o movimento na consolidação do respeito à diversidade, bem como um estímulo às práticas socialmente responsáveis.

    Os troféus (no formato de uma mão fazendo o símbolo de positivo, em referência ao logotipo da APOGLBT), desde a primeira versão, foram criados e doados para Associação pelo designer Duílio Ferronato, sendo confeccionados em alumínio fundido nas primeiras versões e em resina colorida nos últimos seis anos.

    Até 2008, a cerimônia de entrega dos troféus aos homenageados ocorreu durante a Feira Cultural LGBT, fazendo parte de sua grade de programação. Devido ao reconhecimento do prêmio, para 2009 estuda-se a possibilidade de realizá-lo em data e local diferentes, dando-lhe maior visibilidade dentro do Mês do Orgulho.

    Entre os destaques de sua última edição, estão as Paradas de Moscou (Rússia) e Jerusalém (Israel), cujos representantes vieram pessoalmente à cerimônia para serem homenageados na categoria Internacional (confira os homenageados em todas as categorias das últimas quatro edições em nossa sessão de downloads).


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  • 31jan
    Diversidade GLS, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Ian Thorpe, campeão de natação, estaria namorando o nadador brasileiro Daniel Mendes? É o que sugere uma matéria do jornal australiano The Daily Telegraph. O jornal afirma que os dois dividem um apartamento, viajaram juntos ao Brasil, passaram o Natal e o Réveillon com a família de Mendes, além de terem ido para Fernando de Noronha.

    nadadorSegundo David Flaskas, empresário de Ian Thorpe, não existe um relacionamento homossexual entre os dois, enfatizando que eles são apenas amigos.

    Por outro lado, recentemente, corre na mídia que Ian Thorpe disse, como prova de sua heterossexualidade, que tinha um relacionamento “duradouro” com a também nadadora Amanda Beard. Mas não é o que fala a nadadora: “Tire a palavra relacionamento e coloque no lugar a expressão amizade. Era exatamente isso

    Mas, se foi dito que os dois não são gays, quem somos nós para duvidar? Mesmo porque a homossexualidade ainda carrega um peso negativo terrível na cabeça de muitas pessoas, fazendo com que muitos não se aceitem ou, mesmo que se aceitem, não concordem que seus relacionamentos homossexuais sejam divulgados. Não digo com os dois, eles já disseram a todos que não são gays, mas isso realmente acontece com muita gente que vive junto, escondida e dentro do armário.

    A pergunta que sempre faço é, até quando a homossexualidade será vista como algo ruim, negativo e polêmico? E não apenas como uma simples expressão natural da sexualidade humana?


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  • 23jan
    Diversidade GLS, Eventos LGBT - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Peças de teatro com temática LGBT Flores Brancas“, “Garotas do Gut Gut“, “Segunda Acontece” e “A Estrela Sou Eu” serão apresentadas na tenda da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual (CADS) durante o evento de comemoração do aniversário dos 455 anos da cidade de São Paulo em 2009.

    Os horários da peça serão:

    24/01 – 22:30 – As Garotas do Gut Gut
    25/01 – 00:30 – Segunda Acontece
    25/01 – 02:00 – A Estrela Sou Eu

    Roteiro completo:

    Programação das atrações artísticas (início 24/01/2009):

    Horário

    Atração

    Local

    15h às 20h

    Grande Baile do Idoso

    Tenda

    15 h

    DJ Gabi

    Palco Cultural

    16 horas

    Banda e Coral da GCM

    Palco Principal

    16 horas

    Agita Sampa

    Palco Cultural

    17 horas

    Coral da PM

    Palco Principal

    17 horas

    Bateria Mirim Vila Albertina

    Palco Cultural

    18 horas

    H2P ( Rap)

    Palco Principal

    18 horas

    Chico Odwdwa

    Palco Cultural

    19 horas

    Luis e Thiago (MPB)

    Palco Principal

    19 horas

    Alquimistas

    Palco Cultural

    20h às 6 h

    Apresentação Teatral – GLBTTT

    Tenda

    20 horas

    Grupo Abadengo ( Samba)

    Palco Principal

    21 horas

    Fonte da Nova Semente ( Samba)

    Palco Principal

    21 horas

    Sauda Samba

    Palco Cultural

    22 horas

    Grupo Alto Lá ( Samba)

    Palco Principal

    22 horas

    Keila Marcelo

    Palco Cultural

    23 horas

    Bateria da Escola de Samba Vai Vai

    Palco Principal

    23 horas

    Malungo

    Palco Cultural

    24 horas

    Seu Jorge e Banda (MPB)

    Palco Principal

    01h30

    Diogo Nogueira

    Palco Principal

    01 hora

    DJ Lord C. Lecter

    Palco Cultural

    2 h30

    João Pedro e Escola de Samba Portela

    Palco Principal

    02 horas

    + DJ Phell e DL Ranufho

    Palco Cultural

    3 h 30

    Almir Guineto (Samba)

    Palco Principal

    03 horas

    Paulinho Júnior

    Palco Cultural

    4h 30

    Quinteto em Branco e Preto

    Palco Principal

    04 horas

    DJ Eletro/House

    Palco Cultural

    5 h 30

    Terreiro Brasil e Quarteto 4 Vozes

    Palco Principal

    05 horas

    Sentimento Maior

    Palco Cultural

    06 horas

    DJ Eletro/House

    Palco Cultural

    07 horas

    Dj House

    Palco Cultural

    09 horas

    Spany e Trutty (Soul)

    Palco Principal

    10 horas

    Éphata ( Rock)

    Palco Principal

    10 horas

    Tai Chi Chuan

    Palco Cultural

    11 horas

    Grupo Estimativa ( POP/Rock)

    Palco Principal

    11 horas

    Pombas Urbanas ( Teatro)

    Palco Cultural

    12 horas

    Matheus e Cristiano ( sertanejo)

    Palco Principal

    12 horas

    Tambores Japoneses

    Palco Cultural

    13 horas

    Ilu Oba de Mim ( Axé)

    Palco Principal

    14 horas

    Samba de Rainha ( Samba)

    Palco Principal

    14 horas

    Dança Afro

    Palco Cultural

    15 horas

    Natirut’s

    Palco Principal

    15 horas

    Lito Atalaia

    Palco Cultural

    16 horas

    Achados e Perdidos (Pop/Rock)

    Palco Principal

    16 horas

    Tinta Fresca

    Palco Cultural

    16h às18 h

    Baile da Cone

    Tenda

    17 horas

    Voninho ( MPB)

    Palco Principal

    17 horas

    Jaiminho Kichodó (Forró)

    Palco Cultural

    18 horas

    Trilha Sonora no Queto ( RAP)

    Palco Principal

    18 horas

    Kuduro

    Palco Cultural

    19 horas

    Ary eYola ( Cantoras de Angola)

    Palco Principal

    19 horas

    Quarteto 4 Vozes

    Palco Cultural

    20 horas

    T Caçula – Ilcey Mirian – Embaixada do Samba e Rose Calixto

    Palco Principal

    20 horas

    Samba D’ Prima

    Palco Cultural

    21 horas

    Social Samba Fino

    Palco Cultural


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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  • 22jan
    Homofobia, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A sede do Grupo SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade, de Porto Alegre, que trabalha na promoção e defesa dos Direitos Humanos da população LGBT - lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, foi vítima, na madrugada do dia 21 de janeiro de 2009, por um grupo de vândalos neonazistas, ainda não indentificados, que picharam com spray preto três cruzes suásticas a fachada da Instituição.

    Sede do Somos - Porto Alegre

    Sede do Somos - Porto Alegre

    A suástica é hoje um símbolo que está associado ao resgate do nazismo e que prega, em sua ideologia, o ódio aos homossexuais, além de promover o anti-semitismo e o holocausto.

    A Direção da Instituição acionou a Polícia Civil, providenciou o Boletim de Ocorrência e já comunicou o Poder Público, através da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.

    Alexandre Böer, membro da direção da entidade e diretor da ABGLT para Região Sul, afirma: “Em tempos de busca pela paz, de luta por Direitos Humanos, em que temos tentado garantir o reconhecimento da igualdade entre os cidadãos brasileiros, ser vítima de tal violência denota o quanto ainda temos muito o que percorrer“.

    A direção da entidade manifestou preocupação de que esse ato tenha acontecido justo no mesmo dia da posse de Obama. “Pode ser uma grande coincidência, mas por tudo que temos visto de grupos neonazistas e de skinheads e suas manifestações de violência e intolerância com diversas minorias, temos que nos prevenir de possíveis agresões”, conclui Böer.

    Alexandre Böer – celular: 8125.7536 / www.somos.org.br


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  • 20jan
    Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Irina Bacci é a nova Coordenadora do Centro de Referência da Diversidade. O CRD existe desde março de 2008, é um órgão da Prefeitura através da Secretaria de Participação e Parceria – Coordenadoria da Diversidade Sexual e Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social.

    Irina Bacci

    Irina Bacci

    O objetivo central do Centro de Referência é desenvolver ações que possibilitem  garantia da inclusão social e geração de renda. É um espaço destinado a atender homens e mulheres, profissionais do sexo; gays e lésbicas; travestis; transexuais e portadores de HIV/AIDS em situação de vulnerabilidade e risco social.

    O CRD visa oferecer acolhida e escuta especializada às múltiplas necessidades de seus usuários; de forma a promover orientação adequada e encaminhamentos a serviços da rede de assistência, de saúde e jurídica; bem como disponibilizar e estimular oportunidades de geração de renda; de formação ao empreendedorismo, à empregabilidade e a inserção e re-inserção no mercado de trabalho buscando o empoderamento, autonomia e cidadania do público-alvo.

    Dispõe de acompanhamento psicossocial (acolhida das demandas e necessidades; encaminhamentos à rede de equipamentos disponíveis – saúde, assistência, educação e jurídico – e assistência psicológica); espaço diversidade (seminários abertos ao público visando intensificar a reflexão coletiva a respeito de temas relacionados a este universo); cursos de formação em costura; teatro e línguas (inglês) e oficinas de geração de renda (produtos artesanais, pintura em camiseta e bichos de pelúcia).

    O Centro funciona na rua Major Sertorio, 292/294 das 13h às 22 horas. Telefones (11) 3129.7764 e 3151.5786


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  • 12jan
    Gay - Homossexualidade Masculina, Lésbicas - Homossexualidade Feminina, Pensamentos - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Pelo Google muita gente entra neste site querendo abandonar o vício pecaminoso do homossexualismo. Mas ele não é pecado. E muito menos um vício. Quem tem desejos homossexuais deve correr atrás de vivênciá-los.

    vicio-homossexualismoSe precisar repetir e publicar aqui 3 milhões de vezes isso eu postarei. Estudo científicos, meus trabalhos, livros, sites, enfim, hoje existe uma infinidade grande de matérial sério, competente e científico que desmentem o que as religiões pregam – erroneamente – sobre a homossexualidade.

    Ela é apenas uma das expressões saudáveis da sexualidade humana. Se enganar, achar que será curado, abandonar o vício, nada disso surtirá efeito. Ou vocês acham que um heterossexual irá abandonar seu vício da heterossexualidade? Se um rapaz sente-se atraído por uma mulher, nada e nem ninguém conseguirá fazer com que ele passe a não gostar mais de mulheres. O mesmo ocorre com homens que se sentem atraídos por outros homens. Não tem como negar. Não tem como deixar de ser gay.

    :-)


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  • olá fabricio sou seu fã n°01 e gstaria de lhe dizer q vc str...
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