Homossexualidade

  • 05jun

    A Casa do Advogado (OAB Santo André) convida para a “Noite de autógrafos com obras exclusivas sobre Direito Homoafetivo” nesta quarta-feira, dia 08 de Junho, as 19h.

    Autores convidados: Anita Costa Prado, Fabricio Viana, Irineu Ramos, José Luiz Ragazzi, Luana Maniero Moreira, Luciana Pereira, Manoela Alcântara, Marli Porto, Paulo Roberto Iotti Vecchiatti, Priscila Agapito e Viviani Girardi.

    Data / Horário
    08 de junho (quarta-feira) – 19 horas

    Local
    Casa do Advogado de Santo André
    Av. Portugal, 233 – Centro

    Inscrições / Informações
    Fone: (11) 4992-7933 – E-mail: secretaria.stoandre@oabsp.org.br
    Site: www.oabsa.org.br

    LIVRARIA CAASP SANTO ANDRÉ
    Fone: (11) 4990-2254 – e-mail: santoandre@caasp.org.br

    Promoção
    38ª Subseção – Santo André
    Presidente Dr. Fabio Picarelli

    Coordenação
    Comissão dos Estudos dos Direitos da Diversidade Sexual e Homoafetividade
    Dra. Eliane Ferreira de Laurentis
    Dr. Clovis Hernandes

    Apoio
    Livraria CAASP Santo André
    Livraria do Fórum
    Editora GLS


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    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

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  • 27mai
    Eventos LGBT, Livros GLS - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    a-tv-no-armario-livroAs Edições GLS e a Livraria Cultura Conjunto Nacional (SP) promovem no dia 1º de junho (terça-feira), das 18h30 às 21h30, a noite de autógrafos do livro A TV no armário, do professor e jornalista Irineu Ramos Ribeiro. Fruto de ampla pesquisa sobre a cobertura dada pela TV à questão da homossexualidade, a obra revela como as emissoras ainda se pautam pelo preconceito. Ao mergulhar nesse universo, o autor analisa a programação das emissoras e mostra a dificuldade e os equívocos que ocorrem quando precisam lidar com as diferenças sexuais na TV. O evento acontece no piso térreo da livraria, que fica na Av. Paulista, 2073

    Na obra, o autor analisa diversos aspectos do tratamento dado aos gays na programação humorística, em telejornais e em novelas, demonstrando as diversas formas pelas quais o preconceito é estimulado. Baseando-se no pensamento de Michel Foucault e noções da teoria queer, ou teoria do estranhamento, o autor comprova que a televisão brasileira acaba transmitindo valores negativos, depreciativos e caricatos no que se refere aos gays. “Está na hora de mudar de rumo”, afirma Ribeiro, lembrando que a mídia tem um papel determinante na formação de identidade.

    O autor discorre sobre o limiar dos gêneros, abordando questões como ambiguidade, identidade, sexualidade e formas de pensar. Fala sobre o desenvolvimento das identidades sexuais “proscritas” no decorrer do século XX e as relações de poder na mídia televisiva. Faz um breve histórico do movimento homossexual no mundo e de algumas de suas lutas até chegar à década de 1970, quando o gênero passa a ter uma conotação social ampla. “O conceito de gênero se refere à construção social e cultural que se organiza a partir da diferença sexual”, revela o autor.

    O livro traz ainda um breve relato histórico do surgimento da TV no Brasil e o levantamento da cobertura jornalística televisiva da Parada do Orgulho Gay de São Paulo. Em seguida, o autor examina alguns programas humorísticos que tratam o gay com escracho, um game show que perde a oportunidade de esclarecer que a diferença é saudável e uma novela que acaba apelando para o sentimentalismo na hora de retratar o amor homossexual. “Procuro demonstrar as sutis abordagens em que o preconceito é estimulado e impede a existência de um mundo onde a diferença seja respeitada”, explica o autor.

    “Ribeiro tem a rara capacidade de expor as inclinações preconceituosas e reforçadoras de preconceitos que as emissões de TV disseminam em relação aos homossexuais sem cair na tentação de enxergar nisso uma conspiração dos setores dominantes da sociedade. Ele entende a dinâmica da indústria cultural e não a acusa de intenções diabólicas”, afirma Carlos Eduardo Lins da Silva, ex-ombudsman da Folha de S.Paulo, que assina o prefácio da obra.

    O autor

    Irineu Ramos Ribeiro é jornalista formado pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), pós-graduado em História pela mesma instituição e mestre em Comunicação pela Universidade Paulista (Unip). É membro do Centro de Estudos e Pesquisa em Comportamento e Sexualidade (CEPCoS), organização não governamental ligada às questões de gênero e sexo. Integra ainda o Grupo de Estudos “Estética, Mídia e Homocultura” da Universidade de São Paulo (USP). Apresenta trabalhos acadêmicos em diversos congressos e simpósios nacionais e é palestrante da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual (Cads), órgão vinculado à Secretaria de Participação e Parceria da Prefeitura de São Paulo, no qual desenvolve trabalhos de capacitação nas questões de gênero, sexualidade, mídia e educação com professores da rede pública.

    Livro

    Título: A TV no armário – A identidade gay nos programas e telejornais brasileiros
    Autor: Irineu Ramos Ribeiro
    Editora: Edições GLS
    Preço: R$ 31,90
    Páginas: 134
    ISBN: 978-85-86755-57-6
    Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
    Site: www.edgls.com.br

    Serviço

    Noite de autógrafos do livro A TV NO ARMÁRIO
    Autor: Irineu Ramos
    Data: 01/06/2010 as 18:30h
    Local: Av. Paulista, 2073


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  • 10mai

    revistaveja-Ser-jovem-e-gay-A-vida-sem-dramasPelo jeito já virei referência quando o assunto é “saída do armário” e suas derivações. Quando a matéria da Veja saiu “Ser jovem e gay – A vida sem dramas” (leia aqui) meu twitter lotou de mensagens citando @fabricioviana para que eu desse uma lida.

    Antes, eu tinha lido uma nota do blog do André Fischer (leia aqui) e também um artigo do Marcelo Hailer (leia aqui)  algumas críticas sobre a matéria. Concordo com os dois em algumas partes. Afinal, também achei a matéria super positiva mas um pouco distante da realidade de grande maioria! Quando estudantes (geralmente de jornalismo) entram em contato comigo o assunto deles, antes mesmo de eu falar algo, sempre gira em torno do tema: “o preconceito não mais existe“, “hoje está todo mundo se assumindo“, “as coisas estão bem melhores do que antes“, “o mundo é outro“, e bla bla bla. Até eu me assusto. A impressão que dá é a de que, mesmo jornalistas formados e trabalhando em conhecidos veículos, quando aparece a pauta sobre a homossexualidade, eles começam a visitar vários sites, blogs e matérias na Internet, pegam um coisa aqui, outra ali e pronto: A VIDA É BELA E MARAVILHOSA! Todo mundo se assumindo, todo mundo mostrando a cara e por ai vai. Como o Hailer disse no texto dele, um adolescente de 14 anos se matou durante uma das matérias do Profissão Repórter no ano passado. Ele era gay e afeminado.

    O que eu sempre digo é que as coisas mudaram mas não estão nem próximos do ideal. E por isso que os jovens não estão nem ai para a militância na parada gay, eles não tem nem ideia – e nem conhecimento intelectual – da sociedade como um todo. Como um antigo artigo do Gui Tronolone, a parada gay traz milhões a rua. Mas são milhões de “alienados” como a maioria da população. Logo, a matéria da Silvia Rogar e do Marcelo Bortoloti esta ótima em termos de visibilidade e positivismo (e é raro encontrarmos matérias assim, “positivas”). Mas isso ocorre a uma parcela pequena da população (e, geralmente, em grandes metrópoles).  Tanto que, dos 1.000 livros vendidos pelo site www.oarmario.com (meu livro sobre a homossexualidade e “saída do armário”), eu me recordo de apenas de dois ou três comentários positivos deixados no formulário de pedido. A maioria, esmagadora, eram de histórias sobre os dramas da vida homossexual! E de situações “dentro do armário“.

    Alias, eu achava que todos que lessem meu livro iriam optar por uma vida mais “liberta”, se assumindo e vivendo 100% seus desejos e aspirações pessoais (lá eu não digo para se assumir ou não, mas mostro o “melhor caminho” com seus espinhos e flores). Mas nem assim esse lance de se assumir acontece com todos! E, claro, tem explicação: como eu disse a um paciente na época da faculdade (hoje eu não tenho consultório, trabalho na área de TI), não adianta nada você ter conhecimento intelectualizado sobre a neurose, conflitos internos, etc, pois SÓ isso não resolve! O lance é EMOCIONAL. Você com você mesmo! Um nó afetivo, por exemplo, só será desfeito após uma explosão emocional repentina e espontânea. Ou você consegue isso sozinho (praticamente impossível) ou com a ajuda de um terapeuta (por isso eles existem!).

    Então, mais uma vez, o lance de se assumir relatado na revista Veja é ótimo mas esta bem distante da realidade de muitos! Suspeito, inclusive, que os personagens foram escolhidos a dedo. Mas enfim, vou ficar apenas com a imagem positiva que a matéria nos mostra. Mesmo porque, e me lembrei agora, daquele pai que deu uma arma para o filho (na Bahia) e disse: ou você vira homem, ou você se mata!

    Sim, ainda temos muuuuuuuuuuuuito disso. Infelizmente.

    Abs,
    Fabrício

    Ps: aproveitando o post e a referência do assunto (risos), coloquei – finalmente – os vídeos dos programas de TV (Ana Maria Braga, Mulheres Dez, Fantástico, Manhã Gazeta, etc) que fui falar sobre a homossexualidade e saida do armário no meu site pessoal, o link direto da página de vídeos é: http://fabricioviana.com/videos/


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  • 12mar
    Diversidade GLS, Eventos LGBT, Pensamentos, Vida Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    A partir do dia 10 de Março de 2008, às 20h30, o Núcleo Cênico ProjetoBaZar, em parceria com o Casarão do Belvedere (Rua Pedroso, 267),  promove “Que amores São Esses?” – uma série de três encontros  (dias 10, 17 e 24 de março de 2009) para discutir as relações entre Literatura, Sexualidade e Teatro. Os encontros fazem parte do projeto/espetáculo SEXO VERBAL, em que o grupo pesquisou por dois anos formas de teatralizar questões sobre sexualidade levantadas por autores da literatura brasileira. O espetáculo resultado da pesquisa estreou em Dezembro de 2008 e segue em cartaz até 25 de Abril de 2009.

    Que Amores São Esses? - Literatura, Sexualidade e Teatro

    Que Amores São Esses? - Literatura, Sexualidade e Teatro

    PROGRAMAÇÃO:

    10 de Março: Sexualidade em cena.
    Ferdinando Martins e Carmem Gomide

    - A censura à sexualidade no teatro paulista, de 1930 a 1970. Ainda hoje existe a censura moral?
    - A experiência de Carmem Gomide da montagem do espetáculo de Dança “Corpo Erótico”.

    17 de Março: Sexualidade e Literatura
    Marcus Aurélius Pimenta, Marcelino Freire e Rodrigo Levino

    Como a literatura nacional trata das questões da sexualidade nos diferentes períodos históricos? Quais autores trabalharam com isso? Como é escrever tendo como tema a sexualidade hoje?

    24 de Março: Literatura e Teatro
    Berenice Raulino, Zernesto Pessoa, Carlos Canhameiro e Paulo Maeda

    De que maneiras a literatura pode ser transformada em cena? Adaptação e Teatralização, qual a diferença? Como se deram as adaptações ou teatralizações da literarura, em espetáculos da Cia do Feijão e da Cia Les Commediens Tropicales?
    Breve perfil dos participantes:
    Ferdinando Martins
    Jornalista, sociólogo e produtor cultural. Doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Docente e pesquisador da Escola de Comunicações e Artes da USP. Coordenador de Gestão da Informação do Arquivo Miroel Silveira. Realiza a pesquisa de pós-doutorado Corpo, Comunicação e Censura: Um Estudo a partir do Arquivo Miroel Silveira, sobre a censura à sexualidade no teatro paulista, de 1930 a 1970. Crítico de teatro do site Aplauso Brasil/iG e da Revista Cartaz (Editora Empreendedor). Professor de Dramaturgia no Projeto Bixigão, do Teatro Oficina. Co-fundador da Rede Brasileira de Comunicadores GLS. Colaborador de sites, revistas e jornais nas áreas de cultura e sexualidade.

    Carmem Gomide
    Bailarina, coreógrafa e pesquisadora em dança contemporânea e performance art. Autora das obras: Terra Estranha, La Danaide, Corpo Jubiloso: Carne Selvagem, Adiamento, entre outras. Como coreógrafa participou do projeto O Feminino na dança, no Centro Cultural São Paulo, como convidada das Bienais do Sesc Santos de 2000 e 2002, de projetos de fomento à dança em parceria com a Cultura Inglesa, Instituto Goethe, Cooperativa Paulista dos Bailarinos Coreógrafos e Festival de Inverno de Ouro Preto . Em 2001, ganhou o Prêmio Encena Brasil, da Funarte, pelo projeto 8 Dogmas Novas Dobras, juntamente com o núcleo Tandanz, com a coreografia Adiamento,sob a direção de Renato Cohen. Estreou (re)volta em setembro de 2006, trabalho de pesquisa em dança e performance, sob a direção da atriz e coreógrafa Mariana Muniz, na Galeria Olido em SP e recebeu os prêmios Klauss Vianna e Caravana Funarte Petrobrás de Circulação Nacional, ambos pela Funarte. Além disto, foi agraciada com o prêmio para criação de espetáculo novo pelo 11o Festival Cultura Inglesa, “Corpo Erótico”, apresentado em maio de 2007.

    Rodrigo Levino
    Rodrigo Levino, escritor potiguar, lançou em 2006 o livro “Aos pedaços”, uma coletânea de contos curtos, com prefácio de Nando Reis e apresentação de Rita Apoena.
    Escreve para as revistas Piauí e Playboy e mantém uma coluna diária n’O Jornal de Hoje, em Natal/RN, sobre discos, filmes e livros.

    Marcus Aurélius Pimenta
    Jornalista, escritor, co-autor em parceria com José Roberto Torero dos livros “Terra Papagalli”, “Os vermes”, “Santos”, “Futebol é bom pra cachorro”, “Nonô descobre o espelho”, “Nuno descobre o paraíso” e “Naná descobre os deuses” (os dois últimos, assim como “Terra Papagalli”, premiados pelo Programa Nacional Biblioteca na Escola – PNBE). Assina o roteiro do longa-metragem “Família vende tudo”, juntamente com Alain Fresnot. Como roteirista, trabalhos em séries das redes de televisão Globo, SBT, Futura, Discovery Kids e Canal Brasil. Atualmente presta serviços para a Rede Record.

    Marcelino Freire
    Nasceu em 1967 em Sertânia, PE. Vive em São Paulo desde 1991. É autor, entre outros, dos livros de contos “BaléRalé” (Ateliê Editorial, 2003), “Contos Negreiros” (Record – Vencedor do Prêmio Jabuti 2006) e “RASIF – Mar que Arrebenta” (Record, 2008). Em 2004, idealizou e organizou a antologia “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século” (Ateliê). É o criador da BALADA LITERÁRIA, que reúne anualmente, no bairro da Vila Madalena, mais de cem escritores, nacionais e internacionais. Para saber mais sobre autor e obra, acesse: www.eraodito.blogspot.com
    Berenice Raulino
    É pesquisadora e professora de teatro no Instituto de Artes da Unesp no qual organizou o ciclo Teatro Paulista Contemporâneo e o evento Teatro de Grupo de Teatro.  É autora do livro Ruggero Jacobbi – presença italiana no teatro brasileiro e tradutora do livro O Teatro Laboratório de Jerzy Grotowski 1959-1969. Atualmente desenvolve pesquisa  sobre a narrativa no teatro e coordena o Programa de Pós-graduação em Artes daquele instituto.

    Zernesto Pessoa
    Ator, dramaturgo, iluminador e co-diretor da Companhia do Feijão.

    Carlos Canhameiro
    Ator, dramaturgo e diretor. Formado em Artes Cênicas pela Unicamp, onde desenvolve mestrado na área de Arte e Mediação com orientação de Marcio Aurelio. Estudou dramaturgia com Sérgio de Carvalho e Luis Alberto de Abreu. Escreveu as peças: Ensaio sobre a História do Diabo, dirigida por Bia Szvat. Ensaio Sobre a Queda, leitura dirigida por Marcelo Lazzaratto. Stirkoff, dirigida por Carlos Canhameiro (Vencedora do prêmio Melhor Texto no 9º Festival de Curta Teatro de Sorocaba). A Vida Como Ela [Não] É!, dirigida por Carlos Canhameiro.
    Como ator, participou dos espetáculos: CHALAÇA a peça, encenado por Marcio Aurelio (indicado a Prêmio Qualidade Brasil 2006 – Melhor Ator Comédia). Errantes, dirigido por Ana Roxo. Galvez Imperador do Acre, encenado por Marcio Aurelio. Feche os olhos e voe ou guerra brava 5, dirigido por Tilmann Koehler. Terror e Miséria no III Reich, encenado por Marcelo Lazzaratto. E dos curtas-metragens: Amor em Óleo e A Cena Perfeita, ambos como ator.

    Paulo Maeda
    Ator, diretor e dramaturgo, formado pela Universidade Estadual Paulista em Educação Artística com Habilitação em Arte Cênicas. Fundador e ator da jovem Cia. Bruta de Arte e fundador e diretor do jovem Grupo Sacranau dos Loucos.

    Núcleo Cênico ProjetoBaZar
    O ProjetoBaZar surgiu em 2001 com uma proposta de produzir eventos culturais e desenvolver seu próprio núcleo de pesquisa teatral. A pesquisa inicial era sobre o livro de José Roberto Torero Xadrez, Truco e outras Guerras, que aborda o pecado da ira e é livremente inspirado na Guerra do Paraguai. Em 2006, após cinco anos de pesquisa, adaptação, ensaios abertos, o espetáculo IRA estreou, cumprindo temporada nas cidades de São Paulo e Guarulhos. Em 2007 retornou temporada em São Paulo a convite do Teatro Aliança Francesa.
    SERVIÇO:
    Que Amores São Esses
    Encontros sobre as relações entre literatura, sexualidade e teatro.

    De 10 a 24 de Março
    Terças às 20h30
    Entrada Franca
    Retirar ingresso com uma hora de antecedência.
    Local: Casarão do Belvedere
    Rua Pedroso, 267. Metrô São Joaquim/São Paulo. Tel: 3266 5272

    Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa
    Márcia Marques – (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425
    www.canalaberto.com.br


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  • 17jan
    Livros GLS - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Depois de Sábado à Noite é o nome do livro de estréia de Kiko Riaze pelo universo homoerótico. O livro narra de forma alegre e leve, e às vezes também um tanto crua e bastante explícita, a história de Cadu, um jovem por volta de 30 anos, bonito, bem-resolvido profissionalmente, independente e… homossexual!

    Livro Depois de Sábado à Noite

    Livro Depois de Sábado à Noite

    O autor reconstrói um mundo cada vez menos hipócrita que deixa de ser rotulado de universo paralelo. Vale lembrar que Kiko Riaze é homossexual assumido, tem uma relação estável e tem apoio do pai, da mãe e dos dois irmãos mais novos.

    “O livro surgiu da vivência que tenho no meio gay mas o apoio de minha família é uma segurança. Com ele posso tratar do tema com mais conforto, sem constrangimentos”, afirma Kiko.

    Mais informações visite: http://kikoriaze.wordpress.com/depois-de-sabado-a-noite


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  • 12jan
    Livros GLS - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Livro de Klécius Borges é lançado pela Fábrica de Leitura e leva o nome de DeSiguais.

    Cada página de DeSiguais retrata um pouco de experiência do autor, especializado em terapia afirmativa, tratando a questão da orientação sexual de forma focalizada e positiva.

    Livro Desiguais Klécius Borges

    O trabalho do Klécius Borges é, antes de tudo, voltado para o resgate da auto-estima e para o fornecimento de suporte emocional ao desenvolvimento de uma identidade homossexual e a sua integração às diferentes áreas da vida desses indivíduos.

    Os temas são comuns à grande maioria dos gays e recorrentes na mídia voltada a esse público. Uma boa leitura para quem deseja se aprofundar no assunto.

    Site do Klécius Borges:
    http://www.kleciusborges.com.br


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