Homossexualidade

  • 12dez
    Eventos LGBT, Homofobia, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Antônio Luiz Martins dos Reis - Toni Reis -, voltou a defender a aprovação do PLC 122/06, projeto de lei que torna crimes a discriminação e o preconceito contra homossexuais. Ele pronunciou-se sobre o assunto nesta quinta-feira (11/12/2008), durante audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) para celebrar os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

    Toni Reis - ABGLT

    Toni Reis - ABGLT

    Esse projeto de lei, de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi, atualmente tramita no Senado, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde tem como relatora a senadora Fátima Cleide (PT-RO).

    Toni Reis disse discordar da opinião dos senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Magno Malta (PR-ES) de que a proposta “vai calar a voz dos pastores e padres” – Crivella e Malta não apóiam o projeto. Toni Reis ressaltou que a associação exige apenas respeito às pessoas.

    O presidente da associação informou que a proposta foi amplamente debatida em todo o Brasil em conferências nacionais e estaduais que reuniram cerca de 16 mil pessoas. Segundo ele, na abertura de uma dessas conferências, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria observado que “ninguém pergunta sobre a orientação sexual quando as pessoas vão pagar Imposto de Renda; então, por que discriminar quando livremente escolhem o que fazer com seus corpos?”.

    Toni Reis informou que ainda há pena de morte para homossexuais em sete países, enquanto em outros há pena de prisão. Também ressaltou que, no Brasil, 2.803 homossexuais foram assassinados nos últimos 20 anos. E defendeu a necessidade de discussão dos direitos e de todas as formas de discriminação.

    Tortura

    Na mesma reunião, o representante da Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB) Severino Marques de Oliveira pediu ao senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da CDH, que atue junto à Comissão de Anistia do Ministério da Justiça para que aquele colegiado decida rapidamente em benefício das pessoas que foram torturadas durante a ditadura militar. Ele disse reconhecer que a decisão não vai sanar os danos sofridos por essas pessoas ou suas famílias, mas que, no entanto, isso pode amenizar seu sofrimento.

    Outro assunto abordado durante a audiência da CDH foi a eleição do brasileiro Antônio Augusto Cançado Trindade para ser um dos juízes do Tribunal Internacional de Justiça, em Haia. O presidente do Movimento de Servidores Aposentados e Pensionistas (Mosap), Edison Guilherme Haubert, afirmou que essa eleição pode representar um avanço nas questões de direitos humanos. Trindade foi eleito em 6 de novembro deste ano. Ele recebeu 163 votos de países representados na Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e 14 dos 15 votos no Conselho de Segurança da ONU.

    Já o representante da Central de Trabalhadores do Brasil (CTB) Moisés Leme da Silva Neto criticou a falta de investimento dos governos nas causas sociais que podem trazer “mais dignidade” às pessoas. Ele informou, por exemplo, que a cada cinco segundos uma criança morre por fome no mundo e que esse problema não é prioridade das autoridades. No entanto, observou, a crise econômica mundial levou os governos em todo o mundo a se mobilizarem para socorrer banqueiros.

    Também o secretário-geral da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Moacir Meirelles, manifestou-se na audiência par pedir mais dignidade aos aposentados e pensionistas brasileiros. Ele disse que muitos estão com uma defasagem de mais de 60% em seus benefícios. Ele lembrou que essas pessoas, “que contribuíram para a grandeza do país, hoje enfrentam dificuldades”.

    Estatuto da Igualdade Racial

    O relator na Câmara do projeto de lei de Paulo Paim, que institui o Estatuto da Igualdade Racial, deputado federal Antônio Roberto, informou durante a audiência que o deputado federal Vicentinho pediu vista da proposta. A matéria seria votada na manhã desta quinta-feira na Comissão Especial do Estatuto da Igualdade Racial, mas, com o pedido de vista, a votação foi adiada para a próxima quarta-feira (17). O relator disse que o projeto (PLS 213/03), que tramita na Câmara como PL 6.264/05, precisa ser aprovado para que haja a “inserção” dos afro-descentes e a reparação do que ele considera “um erro histórico”.

    Caso a matéria seja aprovada na Câmara sem que haja alterações no texto aprovado no Senado, o projeto será encaminhado à sanção presidencial. Mas, se houver modificações, voltará ao exame do Senado.

    O coordenador de Assuntos para a Igualdade Racial do Distrito Federal, João Batista de Almeida, informou que a criação de um espaço destinado a atividades de proteção de afro-descendentes em Brazlândia, no Distrito Federal, depende da aquisição de uma área para essa finalidade. Nesse sentido, ele pediu o apoio do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) para o projeto que será coordenado por Elza Caetano. Cristovam afirmou que a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) está tomando providências para a liberação do terreno e destacou que o acolhimento de afro-descendentes “é uma luta que todos nós deveríamos abraçar”.


    Fonte:  Iara Farias Borges / Agência Senado


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

    .......................................................................

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , , ,

  • 12dez

    A APOGLBT foi premiada na categoria Dorothy Stang – Defensores de Direitos Humanos, da 14ª edição do Prêmio Direitos Humanos 2008, em reconhecimento ao trabalho desenvolvido durante o Mês do Orgulho GLBT e às atividades de combate à homofobia, às DST e em defesa dos direitos de LGBT. Portanto, na próxima segunda-feira (15/12/2008), o presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), Alexandre Santos, o Xande, recebe, em Brasília, o prêmio da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR).
    Bandeira Gay

    Estamos honrados, porque esse reconhecimento ajuda a desmistificar o trabalho da Associação, que não se restringe à Parada do Orgulho, mas a uma atuação firme na luta contra a discriminação e à violência contra LGBT“, lembrou Xande, referindo-se à face mais conhecida do trabalho da Associação, além de outras ações e projetos, mantidos durante todo o ano.  Vários protestos contra a violência homofóbica na capital foram encabeçados pela APOGLBT, causando interesse da mídia e da polícia, gerando programas de capacitação de policiais para os direitos LGBT. Diariamente, a Associação recebe denúncias de homofobia e oferece acolhimento jurídico e psicológico para as vítimas.

    Preconceito contra a entidade

    Xande lembrou as dificuldades que a APOGLBT tem enfrentado durante esses 10 anos de atividades. “Prêmios como esse podem contribuir para reduzir o preconceito explícito e velado que sofremos em várias de nossas atividades”, ponderou o presidente da entidade. Vários setores da sociedade ainda oferecem resistência ao trabalho da APOGLBT, só reduzida devido ao trabalho conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Cads da Prefeitura, que se sensibilizaram com os objetivos e atuaram como moderadores em várias negociações.

    A discriminação disfarçada de burocracia se manifestou em várias ocasiões contra a realização da própria Parada do Orgulho, vencida pelo apoio popular e do movimento LGBT. O preconceito explícito contra a APOGLBT se manifesta por meio de organizações religiosas, que chegam a entrar na Justiça contra a atuação da entidade. “Apesar de representarmos a maior manifestação do Orgulho GLBT do mundo, ainda encontramos dificuldades em conseguir apoios e patrocínios de empresas privadas, ao contrário do que ocorre em países desenvolvidos”, revela Xande. As únicas empresas que apoiaram financeiramente as manifestações estão vinculadas ao Governo Federal, e, mesmo assim, só se envolvem com o Mês do Orgulho, o que dificulta a sustentabilidade institucional, durante o resto do ano.

    Atingindo multidões

    O Mês do Orgulho LGBT é, ainda hoje, a atividade mais visível desenvolvida pela entidade e tem agregado mais manifestações e participantes ao longo do tempo – Feira Cultural LGBT, que em sua 8ª edição reuniu 120 mil pessoas, o Ciclo de Debates e o Gay Day, que em 2008 atraiu 8 mil pessoas ao Playcenter. A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo nasceu com o objetivo de visibilizar a população LGBT e suas demandas, tendo reunido 3,4 milhões de manifestantes em 2008, funcionando como uma campanha de alcance mundial contra a homofobia.

    Além do Mês do Orgulho, a Associação realiza, desde 2002, reuniões temáticas em sua sede, que têm por objetivos a identificação de demandas/necessidades de cada “segmento” da comunidade LGBT, a capacitação continuada dos/as participantes, a redução da vulnerabilidade individual e a criação de redes de apoio entre os/as participantes dos grupos. O mais antigo desses grupos é o de Travestis e Transexuais, criado em setembro de 2002, no mesmo momento em que surgia a Secretaria de Lésbicas. Nasce a Secretaria de Gays, o Grupo de Jovens e Adolescentes Homossexuais (JAH) e o Espaço B, grupo de reflexão sobre (bi)sexualidades.

    A partir de 2004, a APOGLBT começa a atuar na capacitação de novas lideranças para o movimento, começa a investir na produção de conhecimento sobre a comunidade LGBT, a partir de pesquisas na Parada. Em 2006, a APOGLBT começa a atuar com projetos de redução da vulnerabilidade frente às DST/HIV/Aids fora do período do Mês do Orgulho, com o projeto Tenho Orgulho e Me Cuido, voltado para jovens e adolescentes HSH, e o Saber Cuidar,  contra hepatites virais entre LGBT. Investiu também no apoio ao Fortalecimento do Fórum Paulista TT, sendo executor fiscal do projeto. Ainda em 2006, começa a realizar o projeto Rede Cidadã pelos Direitos Humanos de LGBT e PVHA, de modo a ampliar a capacidade de atender a demanda por atendimento/aconselhamento jurídico que tem recebido nos últimos anos. A APOGLBT mantém um livro de registro de uniões homoafetivas, desde 2004, que conta com cerca de 200 uniões registradas.

    Noite de gala

    A cerimônia de entrega será no dia 15, às 15h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, durante a abertura da Conferência Nacional de Direitos Humanos. Os ganhadores receberão um certificado e uma obra de arte criada pelo artista plástico Siron Franco.

    A Comissão de Julgamento foi  constituída pelo ministro Paulo Vannuchi como presidente e pelas seguintes personalidades: Egídio Machado Sales Filho, Nair Bicalho de Sousa, Paulo Abrão Pires Junior, Roberto Armando Ramos de Aguiar e Solon Eduardo Annes Viola.

    Junto com a APOGLBT, como pessoa jurídica, a categoria Dorothy Stang premia, também, Maria Amélia de Almeida Teles, como pessoa física, e 20 outras organizações e pessoas nas demais dez categorias. Amelinha, como é conhecida, é parceira histórica da APOGLBT, na luta contra o machismo e em defesa do Estado laico.


    2 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

    .......................................................................

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,

  • 07out
    Artigos & Textos, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Não gosto muito o termo “fora do armário”, mas estou nesta condição desde o começo da minha adolescência. Com apenas 14 anos chamei minha mãe para uma conversa e abri o jogo sobre minha orientação sexual. A casa caiu! Meu pai ficou sabendo no mesmo dia e então o circo estava armado.

    Erik Galdino

    Erik Galdino

    Algum tempo depois a situação caiu no esquecimento, na verdade um refúgio que eles encontraram para não se corroerem com a questão que os desagradava, mas me pressionaram a algumas incursões religiosas e psicológicas. Seis meses depois tudo estava como antes.

    Aos 17 anos o assunto voltou a tona de uma forma muito chata, meus pais leram algumas conversas que mantinha com um amigo através do quase finado ICQ, mas foi um momento importante, no qual decidi não mais deixar cair no esquecimento que eu gosto de homens.

    De lá para cá muita coisa aconteceu. Trabalhei em projetos sociais para conscientização da homossexualidade sob a ótica da realidade e não de uma construção errada que muitos pais e familiares fazem sobre a questão como, por exemplo, achar que todo gay tem vontade de ser mulher e está em fase de transição para ser travesti.

    Na ocasião em que estava envolvido com projetos sociais tinha uma opinião muito radical, que todo homossexual deveria rasgar o verbo e gritar aos quatro cantos sua orientação sexual. Incentivava meus amigos próximos a assumir para suas famílias, nos seus ambientes acadêmicos e profissionais.

    Hoje entendo exatamente o motivo desse meu posicionamento: eu vivia – e ainda vivo – uma condição que me permite tudo isso. Estudava em colégio bacana, onde ser gay não era problema, estava imerso no mundo gay, quase todos os meus amigos eram homossexuais e vivia em um bairro que dificilmente seria submetido a ações preconceituosas e além disso tudo estava com a minha sexualidade muito bem definida.

    Porém nem todo mundo é assim. Sabemos que muitos homossexuais são agredidos verbalmente e fisicamente todos os dias, empresas ainda demitem com base na orientação sexual de seus empregados e a maioria da população brasileira vive em zonas periféricas onde não a violência impera.

    E como sempre digo “que bom que o ser humano evolui”. Fico feliz em ter mudado de opinião sobre isso. Não acho de bom tom o posicionamento de militantes que criticam pessoas que estão na mídia e é sabida sua homossexualidade ou bissexualidade de não se assumirem.

    Mesmo que públicas, a orientação sexual é uma questão de foro íntimo, assumir ou não é uma decisão pessoal e deve ser respeitada. Se no passado queria ver todo mundo se assumindo, hoje quero as pessoas bem consigo mesmas, bem com sua orientação sexual e sair ou não do armário é uma decisão que deve ser tomada com cautela e avaliado todas as conseqüências que isso pode trazer para sua vida.

    Erik Galdino, 28/06/2007, São Paulo


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

    .......................................................................

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , , ,

  • 06out
    Movimento Homossexual, Travestis e Transsexuais - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Léo Kreft é travesti e ocupará um cargo na Câmara dos vereadores de Salvador, Bahia. Venceu em 4º lugar com mais de 12 mil votos e competiu com mais de 800 candidatos! E viva Salvador!

    Léo Kret - Travesti e eleita Vereadora de Salvador - 2008“Para ser uma bicha bonita não é preciso mexer no corpo, colocar peito ou silicone, comigo as outras vêem que podem ser o que são e pronto; Sou uma pessoas simples, ingênua e amável. Sempre gostei de dançar e quando eu vejo a satisfação do povo me sinto feliz; Eu adoro música romântica para escutar, para pensar nos amores, mas o que me empolga mesmo é o pagodão, quando eu subo num palco, com salto ou sem salto, boto madeira pra descer. Sobre o convite que recebeu para figurar como a Princesinha da VI Parada Gay da Bahia sempre sonhei em subir num trio e dar o meu nome a Leo kret na Parada Gay o título de Princesinha foi ótimo, e quando li que sou como uma fadinha e que vou conquistar todo mundo, eu adorei. Vou fazer por merecer viu! Como fada vou fazer o milagre de tornar todos felizes.”

    Citações de Léo Kreft feitas no site http://www.marccelus.com (crédito da foto também do portal Marccelus)


    3 opiniões, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

    .......................................................................

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , , ,

  • 25set
    Artigos & Textos, Homofobia - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Fabrício Viana, escritor e bacharel em psicologia.Quando me perguntam sobre a saída do armário, conflitos, fatores psicológicos ou dinâmicas psíquicas do “assumir-se gay” eu costumo enfatizar que, por mais difícil que seja aceitar seus desejos e assumir uma identidade homossexual, é necessário também se livrar da homofobia internalizada. Ela é a grande vilã por trás de muitos homossexuais que, sem eles perceberem, ajuda não só a promover uma baixa auto-estima como também a cultura desta baixa auto-estima, transformando o problema individual em algo coletivo, quase comum a todos os homossexuais.

    Para quem nunca ouviu falar em homofobia internalizada ela é a introjeção de valores e conceitos negativos da homossexualidade em nosso inconsciente através dos anos. Em outras palavras, desde pequenos nós, homossexuais, escutamos que a homossexualidade é anti-natural, que ela é errada, negativa, condenada por Deus, etc. Estes conceitos ruins ficam gravados em nosso inconsciente ao ponto de, mesmo ao assumirmos nossa plena homossexualidade – para si e para os outros – eles continuam agindo e condenando tais desejos.

    E a lógica é simples. Se a homo é errada, eu, por ter tais desejos, também sou. Se ela é um desvio, eu também sou. E a lógica extravasa: se eu sou tudo isso o que ela é, todos os outros homossexuais também são.

    Por causa destas associações, que acontecem em nível inconsciente, muitos homossexuais não confiam em si mesmos e se vêem da forma mais negativa possível. Exemplos? Já viu um gay que acha que outros gays não devem demonstrar afeto em público? Já viu um gay dizer que os gays são todos promíscuos? Ou ainda, um gay não se importar pela militância e pela causa gay? Não ler livros para gays ou não freqüentar lugares gays? Embora cada caso seja um caso, muito desta negação tem suas raízes na homofobia internalizada.

    E é isso precisa ser evitado. Infelizmente não existe uma receita básica para se livrar dela. O primeiro passo é saber de sua existência. O segundo é começar a se perceber no dia-dia e ver qual sua relação com o assunto. Você vai notar que ela aparece tanto em piadas ingênuas como também em atitudes e comportamentos contra outros homossexuais. Sendo mais comum do que se imagina.

    Sim, esta é raiz da cultura da baixo auto-estima. Vamos acabar com ela?
    Fabrício Viana

    Fabrício Viana é bacharel em Psicologia, gay assumido e autor do livro que fala sobre a homossexualidade (erroneamente citado na mídia de homossexualismo) chamado  “O Armário – Vida e Pensamento do Desejo Proibido” – Site do livro: www.oarmario.com


    1 opinião, opine também!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

    .......................................................................

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , ,

  • 25set
    Homofobia, Movimento Homossexual - Portal sobre a Homossexualidade / Homossexualismo

    Grupo Arco-Iris

    O Grupo Arco-Iris, um dos grupos mais ativos do Brasil com relação a defesa dos homossexuais, lançou a campanha NÃO HOMOFOBIA (www.naohomofobia.com.br)cujo objetivo é colher assinaturas online para convencer os senadores da República a votarem a favor da criminalização da homofobia (PLC 122).

    Esta questão esta sendo deturpada por religiosos fundamentalistas (evangélicos, cristãos, etc) que confundem a lei (e a população) dizendo se tratar da “lei da mordaça gay“. Segundo eles, a partir do momento que a lei for aprovada eles não poderão mais “discriminar” os homossexuais. A situação é tão ridícula que o ditado que diz que “quem não deve, não teme” deve ser reforçado. 

    Acredito, e sempre acreditei, que todos tem o direito de concordar ou não com a homossexualidade, agora, discriminar ou tentar derrubar leis que garante os direitos de gays e lésbicas é extremamente ridículo (e anti-humano). É como se quisessem destruir fora o que incomoda dentro. Até quando isso vai acontecer? Precisamos dar um basta e nos mobilizar, todos (até mesmo os heterossexuais), para que atrocidades como esta não aconteçam. Para terem idéia, recentemente o cineasta Steven Spielberg e sua mulher Kate Capshaw doaram quase que 100 mil dólares para uma campanha a favor do casamento gay na Califórnia. A mesma atitude partiu do ator Brad Pitt e sua esposa, doando também 100 mil dólares a campanha pró casamento gay (e contra a Proposta 8).

    Então meninos e meninas, temos que nos mobilizar. E a hora é essa!


    Dê sua opinião!


    .................................... Por Fabrício Viana, autor do livro O Armário (Homossexualidade)

    .......................................................................

  • Escreva para: contato.homossexualidade@uol.com.br - Homossexualidade Tags: , , , , ,

   

Comentários Recentes

  • Amados, estou em conflito com a Bíblia e com amor entre o me...
  • gostaria de receber esta revista e adequerir o filme como po...
  • A homossexualidade vem conquistando a cada dia mais respeito...
  • Oi,quero dizer que esses videos estão de parabéns principalm...
  • "O advento do sexo com o mesmo sexo,já é fato nas antigas ci...